Quem diria? Lulu da pomerânia vira cão policial no Japão e deixa grandões para trás em seleção; vídeo
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June 10, 2026
Quem disse que um cão policial precisa ter porte imponente? No Japão, um pequeno lulu da pomerânia chamado Haku está provando justamente o contrário. Com aparência que lembra mais um animal de companhia do que um farejador de elite, o cachorro de dois anos foi recrutado para auxiliar investigações da polícia na província de Miyazaki, tornando-se o primeiro exemplar da raça a assumir a função na região. Agora, a cidade pode dormir tranquila: urso que fechou 94 escolas no Japão é capturado após quatro dias de buscas Cão à deriva em caiaque é resgatado após percorrer quase 5 km no mar na Inglaterra; vídeo do resgate viraliza nas redes Em abril, Haku recebeu oficialmente sua nomeação para atuar ao lado de seu treinador, Hikaru Takekoshi, após ser aprovado em um rigoroso exame realizado no fim do ano passado. O teste reuniu 51 cães de diferentes raças, incluindo pastores alemães e golden retrievers, e avaliou habilidades como rastreamento, identificação de odores e buscas em área. Apenas 38 animais foram aprovados. Haku se destacou na categoria de rastreamento, que simula a perseguição de um suspeito em fuga. Assista: Pequeno no tamanho, grande no desempenho A trajetória do cão chama atenção não apenas pelo porte incomum. Nascido em uma loja de animais, Haku foi abandonado pelo antigo tutor e acabou acolhido por um centro de treinamento. Segundo Takekoshi, o potencial do animal ficou evidente durante os primeiros meses de convivência. — Ele é muito inteligente, cheio de energia e aprende rapidamente. Achei que poderia ser adequado para o trabalho policial — afirmou a treinadora. — Não é comum um cão ser aprovado na primeira tentativa e ainda tão jovem. Lulu da pomerânia entra para a polícia japonesa Redes sociais A polícia de Hyuga também defendeu a escolha do pomerânia para a função. Segundo um dos responsáveis pela corporação, o tamanho reduzido pode até representar uma vantagem em determinados cenários. — Ele passou no teste, então não há motivo para preocupação. Confiamos nele. Em áreas urbanas, cães grandes podem intimidar moradores, enquanto um cão pequeno não causa esse receio — declarou o vice-chefe da delegacia. Haku ainda aguarda sua primeira missão oficial, mas já está apto a participar de buscas por pessoas desaparecidas, localização de objetos e outras investigações. Para sua treinadora, a história do cão é uma demonstração de que talento e capacidade nem sempre seguem os padrões esperados. — Não se trata de raça ou tamanho. Cada cão tem características próprias. Haku ainda tem muito potencial para crescer e ganhar experiência em campo — disse Takekoshi.
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