{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreidpzajfcjfacdeno456ao6ea7gap5idmqr7bbp3e2sqdtxq5ieswm",
    "uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mnrmpuavkug2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreif2wnprhdkfwpx7nv6m4joy56d6o7zgrysdqscvzjx6askhudvozm"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 3594676
  },
  "path": "/blogs/lauro-jardim/post/2026/06/na-negociacao-da-recuperacao-extrajudicial-da-raizen-o-itau-teve-posicao-mais-hostil.ghtml",
  "publishedAt": "2026-06-08T11:21:39.000Z",
  "site": "https://oglobo.globo.com",
  "tags": [
    "O Globo"
  ],
  "textContent": "\nOs três meses de negociação para fechar o acordo de recuperação extrajudicial da Raízen, afinal selado na sexta-feira passada, com a adesão de 75,4% dos credores, foi de idas e vindas, como era de se esperar num processo que envolveu 19 instituições financeiras e 80 bondholders para reestruturar uma dívida de R$ 65 bilhões — incluindo a saída dos bondholders da mesa de negociação, que acabaram voltando para as conversas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
  "title": "Na negociação da recuperação extrajudicial da Raízen, o Itaú teve posição mais hostil"
}