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Copa do Mundo: Endrick marca e põe o Brasil em vantagem no amistoso contra o Egito; acompanhe

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo June 6, 2026
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Escalada com algumas mudanças em relação ao time que vinha sendo titular, a seleção brasileira abriu o placar logo aos sete minutos do primeiro tempo no amistoso contra o Egito. Em marcação pressão no campo de ataque, Bruno Guimarães roubou bola de um construtor do time adversário e chapou no canto esquerdo de Shobeir para abrir os caminhos para o Brasil. No entanto, em lance de desatenção, o capitão Marquinhos devolveu o presente aos egípcios e, ao tocar para trás, viu Ziko interceptar o passe. "Nomeado" pelo pai em homenagem ao ídolo do Flamengo, o camisa 11 empatou a partida para o Egito. Atacante de 29 anos do Pyramids-EGI, Ziko na verdade se chama Mostafa Abdelraouf. O apelido surgiu por conta da admiração herdada do pai ao maior ídolo da história do Flamengo. Batedor de faltas, o camisa 11 já admitiu em entrevistas passadas que o Galinho é seu "modelo de jogador a seguir". Wesley é substituído com dor na virilha Do time que goleou o Panamá por 6 a 2 no último domingo, o técnico Carlo Ancelotti promoveu as entradas de Marquinhos e Ibañez nas vagas de Léo Pereira e Bremer, enquanto Douglas Santos substituiu Alex Sandro. No meio-campo, Ancelotti optou por escalar Lucas Paquetá junto de Casemiro e Bruno Guimarães, desfazendo o esquema de 4-2-4 para aumentar a posse de bola e dar mais equilíbrio ao time canarinho. Vini Jr e Raphinha foram mantidos no ataque, que terá Igor Thiago como centroavante mais fixo. Além disso, logo aos 15 minutos da primeira etapa, Ancelotti foi forçado a realizar a primeira substituição da partida. Wesley sentiu a virilha esquerda após movimento de abertura das pernas e precisou ser trocado por Danilo, do Flamengo. Wesley sentiu dores na virilha esquerda no primeiro tempo do amistoso contra o Egito e precisou ser substituído Kirk Irwin / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP Gol com fôlego novo Já na volta para o intervalo, Ancelotti repetiu a dose utilizada contra o Panamá e realizou oito alterações na equipe. Somente Danilo, Douglas Santos e Raphinha foram mantidos. Entraram Weverton, Bremer, Léo Pereira, Fabinho, Danilo Santos, Luiz Henrique, Matheus Cunha e Endrick. Com fôlego novo, o Brasil aumentou o ímpeto no ataque e voltou a ficar em vantagem com mais um gol oriundo da pressão ofensiva. Douglas Santos e Matheus Cunha apertaram o início da construção do Egito, e a bola ficou com Raphinha. Posicionado pela esquerda, o camisa 11 entrou na área e rolou para Endrick voltar a balançar as redes pela seleção brasileira. Na comemoração, Endrick pareceu fazer questão de dar dois abraços: um em Casemiro, com quem esteve envolvido no lance de entrada mais dura em treino — a dupla fez questão de passar panos quentes no assunto —, e outro em Carlo Ancelotti. O técnico italiano retribuiu o gesto com um beijo no rosto do jovem atacante de 19 anos. Veja as escalações iniciais Brasil Alisson; Wesley, Ibañez, Marquinhos e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Vini Jr e Igor Thiago. Técnico: Carlo Ancelotti. A escalação da seleção brasileira para enfrentar o Egito Reprodução Egito Shobeir; Hany, Fathy, Yasser e Fatouh; Lashin, Attia e Ziko; Trezeguet, Hassan e Marmoush. Técnico: Hossam Hassan.

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