{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreigczzbiephwfwwnb74tyde3dzdmj7wozwxl7t4j25mkasmzd27jai",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mnlqun6wjpc2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreif75bxryqpfgfq6avp22frmzuyfk4ak7growvmkmlretbbgqysxnu"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 5630170
},
"path": "/opiniao/editorial/coluna/2026/06/investigacao-sobre-venda-de-sentencas-no-judiciario-deve-prosseguir-ate-o-fim.ghtml",
"publishedAt": "2026-06-06T03:09:33.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nFoi acertada a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), de manter na Corte inquéritos que apuram venda de sentenças judiciais e de prorrogar o prazo das investigações. Na última semana de maio, a Procuradoria-Geral da República (PGR) denunciou nove suspeitos, sob a acusação de acesso indevido e venda de decisões no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Há mais a apurar. Como alguns alvos investigados têm direito a foro especial por prerrogativa de função, Zanin manteve parte dos inquéritos no STF. Ele enviou outros inquéritos sobre irregularidades em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins a tribunais de instância inferior. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
"title": "Investigação sobre venda de sentenças no Judiciário deve prosseguir até o fim"
}