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  "publishedAt": "2026-06-04T00:27:23.000Z",
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    "O Globo"
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  "textContent": "\nCuradores-chefes da 37ª edição da Bienal de São Paulo, prevista para setembro de 2027, a paulistana Amanda Carneiro e o carioca Raphael Fonseca anunciaram os nomes da equipe curatorial. Com nomes de diferentes países, integram o time de curadores a equatoriana-portuguesa Ana Salazar Herrera; o samoano Léuli Eshrāghi; o eslovaco Rado Ištok; o americano Ryan Inouye e a dominicana Yina Jiménez Suriel, além das assistentes de curadoria brasileiras Amanda Tavares e Mayara Carvalho. 'Comedian': Banana de US$ 6,2 milhões é roubada de museu na França Às vésperas dos 95 anos de seu primeiro jardim, como Burle Marx fez do 'mato' símbolo de um novo paisagismo Para os curadores-chefes, \"a equipe curatorial reunida para a 37ª Bienal de São Paulo tem trajetórias ligadas a distintos contextos, mas compartilha um interesse comum pela Bienal de São Paulo, pelo Brasil e por uma prática curatorial construída em colaboração. (...) Para nós, formar esta equipe é também afirmar um modo de trabalho baseado em relações, escuta, dedicação aos artistas e atenção às condições que tornam cada prática possível.\" Com a chegada de Amanda Carneiro e o carioca Raphael Fonseca, a curadoria da Bienal voltou a ser 100% brasileira, após edições recentes com nomes estrangeiros à frente de seleção da coletiva, contando com equipes multidisciplinares de profissionais nacionais. Galerias Relacionadas A mais recente edição, de título \"Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática\", teve como curador-geral o camaronês radicado na Alemanha Bonaventure Soh Bejeng Ndikung, junto da equipe formada por Alya Sebti, Anna Roberta Goetz, Thiago de Paula Souza, Keyna Eleison, André Pitol e Leonardo Matsuhei. A 35ª Bienal (2023, \"Coreografias do impossível\") contou com uma estrutura horizontal composta pela portuguesa Grada Kilomba, o espanhol Manuel Borja-Villel e os brasileiros Diane Lima e Hélio Menezes. A 34ª Bienal (2020/2021, \"Faz escuro mas eu canto\") teve o italiano radicado no Brasil Jacopo Crivelli Visconti como curador-chefe, Paulo Miyada como curador adjunto e Carla Zaccagnini, Francesco Stocchi e Ruth Estévez como curadores convidados. Já a 33ª Bienal (2018, \"Afinidades afetivas\"), teve o espanhol Gabriel Pérez-Barreiro como curador-geral, em um modelo que incluiu sete artistas-curadores: Alejandro Cesarco, Antonio Ballester Moreno, Claudia Fontes, Feliciano Centurión, Mamma Andersson, Sofia Borges e Waltercio Caldas.",
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