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"O Globo"
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"textContent": "\nO empresário e especialista em futebol Hélio Viana de Freitas lança, no dia 3 de junho de 2026, na Livraria da Travessa do Shopping Iguatemi Faria Lima, em São Paulo, o livro \"Futebol Global, a indústria de trilhões\", publicado pela Life Editora. A obra apresenta uma análise estratégica sobre a transformação do futebol em uma das maiores forças econômicas do mundo contemporâneo. Mais do que um esporte, o livro mostra o futebol como um ecossistema econômico global formado por clubes, ligas, federações, atletas, patrocinadores, investidores, empresas de tecnologia, plataformas digitais e bilhões de torcedores espalhados por todos os continentes. Segundo a tese central da obra, o futebol mundial já movimenta mais de US$ 1 trilhão por ano e poderá ultrapassar US$ 3,7 trilhões anuais até 2030, consolidando-se como uma das maiores economias do planeta. Ao longo do livro, Hélio Viana analisa como direitos de transmissão, patrocínios, turismo esportivo, publicidade, entretenimento, tecnologia, infraestrutura, transferências de atletas e consumo digital passaram a movimentar cifras bilionárias em escala internacional. A obra destaca que somente a Premier League comercializou os direitos de transmissão da temporada 2025/2026 por 6,7 bilhões de libras esterlinas, cerca de R$ 48 bilhões. Em comparação, os direitos do futebol brasileiro foram negociados por aproximadamente R$ 3 bilhões, demonstrando, segundo o autor, a necessidade de modernização e internacionalização da estrutura esportiva nacional. O livro também explora a transformação tecnológica do futebol. Inteligência artificial, biomecânica, análise de dados, medicina esportiva, equipamentos inteligentes e tecnologias de recuperação física passaram a influenciar diretamente a preparação e a performance dos atletas profissionais. Outro ponto central é a globalização das marcas esportivas. Hélio Viana explica como clubes se tornaram marcas globais capazes de atrair patrocinadores e investidores em mercados estratégicos como Estados Unidos, Ásia, Oriente Médio, África e América Latina. A Copa do Mundo de Clubes de 2025, por exemplo, arrecadou cerca de US$ 2 bilhões, sendo US$ 1 bilhão apenas em direitos de transmissão pagos pela plataforma DAZN em 29 dias de competição. O crescimento das receitas comerciais também é abordado na obra. Apenas a Adidas paga ao Manchester United cerca de 90 milhões de libras anuais, aproximadamente R$ 630 milhões por ano, em um contrato estimado em R$ 6,3 bilhões ao longo de 10 anos. O livro ainda mostra como o futebol passou a atuar como uma indústria global de entretenimento, com clubes produzindo conteúdo digital permanente, documentários, experiências internacionais, presença massiva em redes sociais e estratégias comerciais voltadas para audiências globais. Segundo dados apresentados pelo autor, a Copa do Mundo FIFA de 2026, realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, poderá gerar cerca de US$ 11 bilhões entre patrocínios, ingressos e direitos de transmissão. Um estudo conjunto entre FIFA e Organização Mundial do Comércio aponta que os novos formatos do Mundial de Clubes e da Copa de 2026 devem adicionar mais de US$ 62 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) global. A mensagem central da obra é que o futebol vive uma nova era histórica. O esporte deixou de ser apenas uma paixão popular para se transformar em uma das maiores plataformas econômicas, culturais e tecnológicas do mundo contemporâneo. Para Hélio Viana, compreender o futebol atual exige olhar além das quatro linhas e entender fatores como gestão, inovação, monetização de audiência, internacionalização e construção de marcas globais. O autor também destaca o avanço de fundos soberanos e investidores internacionais no setor. Somente nos últimos cinco anos, cerca de US$ 40 bilhões foram investidos diretamente em clubes e atletas ao redor do mundo. \"O futebol deixou de ser apenas o maior esporte do planeta. Ele se tornou uma das maiores plataformas econômicas, culturais e tecnológicas do mundo contemporâneo\", afirma Hélio Viana de Freitas.",
"title": "Futebol pode virar economia trilionária global"
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