{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreih5ses7j47bavo5y7wanbewmns6iykegvkee6kyiywou45dghrize",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mn52sxkb7cw2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreiajp4knky4svs33b5sxs42nhotqawiymzxuf46dwdndjj2iu3razy"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 1410837
},
"path": "/economia/negocios/especial/pejotizacao-do-crime-infiltracao-de-faccoes-no-setor-formal-tira-r-39-bi-da-industria-por-ano-e-eleva-risco-de-sancao-dos-eua.ghtml",
"publishedAt": "2026-05-31T07:01:09.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nUma rede de 60 motéis no interior de São Paulo chamou a atenção de autoridades pela aquisição de bens inusitados: um iate de 23 metros, um helicóptero, uma Lamborghini e mais de R$ 20 milhões em terrenos. Com faturamento de R$ 450 milhões em quatro anos, a distribuição de lucros ainda engordou o caixa dos sócios em R$ 45 milhões. Operação policial revelou que a rede fazia parte dos negócios do Primeiro Comando da Capital (PCC), assim como lojas de franquias e empreendimentos imobiliários. Outra investigação mostrou que empresas com envolvimento com a facção criminosa paulista passaram a controlar um dos terminais do porto de Paranaguá (PR), um dos maiores do país. O espaço tem cerca de 85 mil metros quadrados e 18 tanques para armazenagem de granéis líquidos. Os exemplos evidenciam um fenômeno ganha escala no país: a infiltração do crime organizado na economia legal. Afeta vários setores e já chega à indústria, que responde por um quinto da riqueza do país. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
"title": "'Pejotização' do crime: infiltração de facções no setor formal tira R$ 39 bi da indústria por ano e eleva risco de sanção dos EUA"
}