{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiczxt7hfyc5fecrjnxwp2ifi24zhvm5qt3sv7davobcrmj2zh3bfu",
    "uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mmxfoesyrxh2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreigbyrrstbk2qxctepdgthiojugubbu46lr7vnc5cjgxnu5hbezseq"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 1497139
  },
  "path": "/rio/noticia/2026/05/28/caso-henry-cabeleireira-relata-ligacao-de-video-em-que-menino-disse-a-mae-que-tio-tinha-dado-uma-banda.ghtml",
  "publishedAt": "2026-05-29T00:34:20.000Z",
  "site": "https://oglobo.globo.com",
  "tags": [
    "O Globo"
  ],
  "textContent": "\nA cabeleireira de Monique Medeiros, Tereza Cristina de Souza, afirmou, nesta quinta-feira, no julgamento de Dr. Jairinho e da mãe de Henry Borel, ter ouvido o menino dizer, durante uma ligação de vídeo com a mãe, que o “tio” havia lhe dado uma “banda”. Quinta testemunha ouvida no quarto dia do júri, ela relatou ainda que Henry estava “choroso” durante a chamada e perguntou à mãe se ele “a atrapalhava”. A sessão terminou logo depois, com o depoimento da cabeleireira do salão, e retornará amanhã às 9h. Os donos do crime: desaparecidos, miliciano Tandera e matador Sem Alma deixaram rastro de mortes Caso Henry: veja como foi o terceiro dia de julgamento de Jairinho e Monique Segundo o depoimento prestado no II Tribunal do Júri, no Centro do Rio, Tereza contou que ouviu a conversa entre Monique e o filho enquanto a mãe do menino estava no salão de beleza. De acordo com a testemunha, Henry afirmou, durante a ligação, que o “tio” havia lhe dado uma “banda”. O episódio teria acontecido no mesmo dia em que Dr. Jairinho teria permanecido sozinho no quarto com a criança, situação mencionada anteriormente pela ex-empregada doméstica do casal, Leila Rosângela de Mattos. A cabeleireira também relatou que, naquele mesmo dia, viu um vídeo em que Henry aparecia mancando. Ainda segundo Tereza, o menino parecia abalado durante a chamada de vídeo. Ela afirmou ter ouvido Henry perguntar à mãe se ele “a atrapalhava”, enquanto chorava. Praça Onze Maravilha: novas regras preveem estímulo a investimentos no setor imobiliário na Zona Norte Depois da ligação, segundo a testemunha, Monique telefonou para um homem que ela deduziu ser Dr. Jairinho e reclamou do fato de Henry ter dito que “atrapalhava”. De acordo com Tereza, o homem respondeu que iria demitir a babá porque ela era “fofoqueira”. Monique então retrucou que “quebraria tudo” caso isso acontecesse. A testemunha também afirmou que Monique perguntou a ela se havia no shopping uma loja que vendesse câmera e recebeu orientação sobre onde poderia encontrar o equipamento. Tereza disse, porém, não saber se a compra chegou a ser realizada. Depois dela, a manicure do salão Paloma Meireles foi a última a depor. Em oitiva que durou menos de dez minutos, ela confirma o que a cabeleireira disse, acrescentando que Monique estava exaltada, a ponto de todos no salão ouvirem. ‘Sem Alma’: quem foi o ex-PM que montou grupo de matadores a serviço do jogo do bicho — Ela estava exaltada — disse Paloma ao ser questionada sobre o estado da mãe do menino naquela ocasião. O julgamento de Dr. Jairinho e Monique Medeiros chegou ao quarto dia nesta quinta-feira. Os dois respondem pela morte de Henry Borel, de 4 anos, ocorrida em março de 2021, no apartamento onde a criança morava com a mãe e o então padrasto, na Barra da Tijuca. Segundo o Ministério Público, o menino foi vítima de agressões dentro de casa. Ambos negam participação no crime. Initial plugin text",
  "title": "Caso Henry: cabeleireira relata ligação de vídeo em que menino disse à mãe que ‘tio’ tinha dado uma ‘banda’"
}