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"publishedAt": "2026-05-26T22:37:32.000Z",
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"O Globo"
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"textContent": "\nA influenciadora e advogada Deolane Bezerra afirmou estar sendo alvo de “perseguição” e negou qualquer ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) em uma carta divulgada nesta quinta-feira pela irmã, a advogada Dayanne Bezerra Santos. No texto, publicado nas redes sociais de Dayanne, Deolane afirma que está presa por causa de um depósito de R$ 24,5 mil que, segundo ela, corresponde a honorários recebidos como advogada. Deolane vivia com montantes de dinheiro espalhados pela casa, revela ex-diarista Bolsa de couro de avestruz e doação para Neymar: Vida de luxo de Deolane servia para dissimular origem do dinheiro, diz polícia “Reitero a minha inocência e deixo claro que estou presa pela quantia de R$ 24.500”, escreveu. Segundo a influenciadora, o valor foi depositado em espécie diretamente em sua conta e “não pela transportadora mencionada no inquérito”. Deolane também afirmou nunca ter integrado o crime organizado e criticou o fato de, segundo ela, não ter sido chamada para prestar esclarecimentos durante os mais de quatro anos de investigação. “Minha vida é pública, meu endereço é público. Nunca fui ouvida em mais de 4 anos”, escreveu. Na carta, a influenciadora relata ainda que foi acordada “com um fuzil apontado para o rosto” durante o cumprimento do mandado de prisão preventiva em sua casa, em Barueri. Ela também rebateu informações atribuídas ao inquérito, como a alegação de que teria 37 empresas em seu nome. “É mentira que tenho 37 empresas em meu nome”, afirmou, acrescentando que a informação poderia ser desmentida “em uma simples pesquisa na junta comercial”. Ao longo do texto, Deolane diz que atuou como advogada em centenas de processos e afirma nunca ter visitado a Penitenciária II de Presidente Venceslau, unidade prisional citada nas investigações. “Não sou e nunca fui bandida! Sou mãe, sou empresária, sou advogada. Uma nordestina que venceu na vida pelo próprio suor”, escreveu. Deolane foi presa na última quinta-feira durante a Operação Vérnix, deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e pela Polícia Civil para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC. A Justiça determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros ligados aos investigados.",
"title": "Deolane diz estar presa por 'perseguição' e nega ligação com o PCC em carta divulgada pela irmã"
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