{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreicixyxbtf4dzux7ajgwchkthujvr5klwoawjt65o34d6kfn6rmr2i",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mmjydmat7oy2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreiamrhcv7tgapxhxjf7mbqamymyqhllhoy536ls6xwlsggyiq4zwym"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 150071
},
"path": "/rio/noticia/2026/05/23/fim-do-dinheiro-nos-onibus-do-rio-cavaliere-critica-reacao-da-alerj-e-associa-dinheiro-vivo-a-mafia.ghtml",
"publishedAt": "2026-05-23T16:39:45.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nO prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), criticou na manhã deste sábado a reação de parlamentares da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) ao plano da prefeitura de extinguir gradualmente o pagamento em dinheiro nos ônibus municipais e afirmou que a circulação de cédulas favorece “o esquema da máfia”. A declaração foi feita nas redes sociais, em resposta a um projeto apresentado na Alerj que proíbe estabelecimentos comerciais e prestadores de serviço de recusarem pagamentos em espécie. A proposta surgiu após a prefeitura anunciar medidas para ampliar os meios digitais no transporte público da capital. Olho no golpe: Como identificar figurinhas falsas do álbum da Copa do Mundo; delegado explica em vídeo Mobilidade: Vagão feminino 24h em trens e metrôs do Rio funciona? O GLOBO testa “É estarrecedor que não escondem a preferência pela circulação de dinheiro vivo na Alerj. O temor da modernização que iniciamos na cidade do Rio chegar ao Estado do RJ pelo visto incomodou o esquema da máfia”, escreveu Cavaliere. Na publicação, o prefeito também afirmou que “quem gosta de dinheiro vivo circulando em caixa de sapato, cofre e mala é bandido” e disse que o município continuará avançando na digitalização do sistema de transportes. Prefeito do Rio disparou contra a Alerj na manha deste sábado Reprodução Segundo Cavaliere, atualmente cerca de 95% das passagens de ônibus no Rio já são pagas sem o uso de dinheiro em espécie. A prefeitura argumenta que a retirada gradual das cédulas dos coletivos pode reduzir assaltos, acelerar o embarque e aumentar o controle sobre a arrecadação das empresas de ônibus. O projeto citado pelo prefeito foi protocolado na Alerj como reação à medida da administração municipal. O texto prevê que estabelecimentos comerciais não possam recusar cédulas e moedas em transações presenciais no estado do Rio. Na sexta-feira, Cavaliere anunciou que os usuários poderão pagar as passagens por Pix diretamente nos validadores instalados nos ônibus e terminais da cidade. A opção começa a ser oferecida aos passageiros a partir da próxima terça-feira. Também haverá a ampliação dos pontos físicos para aquisição dos cartões para usar o transporte público. Segundo ele, o cartão unitário carregado para apenas uma viagem poderá ser comprado com dinheiro em cerca de 700 bancas de jornal da cidade a partir da próxima terça-feira, dia 26 de maio. —O pagamento com o Pix será por meio de QR Code. O usuário vai aproximar o celular do validador, que registrará o pagamento da viagem. Essa forma de pagamento também passa a valer no mesmo dia para outros modais da cidade: VLTs, BRTs, vans e cabritinhos — explicou o secretário municipal de Transportes, Jorge Arraes. O preço do cartão será de R$ 5, tarifa hoje adotada no transporte público municipal. A partir do dia 30, como já havia sido anunciado, o pagamento em dinheiro não será mais aceito. Nesse fim de semana, Cavaliere acredita que será alcançada a marca de 95% das viagens sem uso de dinheiro. Uma experiência piloto teve início no domingo passado pela linha 634 (Bananal-Saens Pena). Em seguida, em data ainda a ser definida, será possível pagar pelo serviço com cartão de débito e crédito após ajustes nos validadores. Arraes explicou que esse pagamento será pela função de aproximação (tecnologia NFC). O cronograma será detalhado na próxima semana. Nas redes, o prefeito afirmou que haverá outros 1.100 pontos de recarga em dinheiro distribuídos por todas as regiões do município, incluindo bancas de jornais. Initial plugin text",
"title": "Fim do dinheiro nos ônibus do Rio: Cavaliere critica reação da Alerj e associa dinheiro vivo à ‘máfia’"
}