{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreiepndsdchatx24cnqctdmh5ph4y4gta5t6uk6rg53zvwbweiq5e6i",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mmaxsmqglom2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreiag6r2qdohzsltrhrbhqabc7xuomae7i2ytagjpkp23jdszgbhxsq"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 386694
},
"path": "/opiniao/editorial/coluna/2026/05/decisao-do-stf-agravou-crise-dos-penduricalhos.ghtml",
"publishedAt": "2026-05-20T03:10:33.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nTêm sido impressionantes as artimanhas usadas na tentativa de driblar as regras impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para disciplinar o pagamento de verbas que ultrapassam o teto constitucional do serviço público, conhecidas como “penduricalhos”. Depois que o Supremo ressuscitou com sua decisão os aumentos automáticos a cada cinco anos para juízes e procuradores (até o limite de 35% do teto), os profissionais das duas categorias que mantinham direito a outra regalia semelhante extinta há duas décadas — o reajuste automático de 5% a cada cinco anos, conhecido como quinquênio — querem acumular as duas. Isso mesmo: querem dois aumentos automáticos a cada cinco anos, sem nenhuma relação com mérito ou desempenho, apenas por antiguidade. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
"title": "Decisão do STF agravou crise dos ‘penduricalhos’"
}