{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreih6uezfq4zqmm56ht243us5mz54qeylq35tnev5omwnjssxh266mm",
    "uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mm6hcj6sbs62"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreibr3zvhkaavt4omrc65fepgdxa6dc6ckxrmh7cnylwvvnwoikfzbm"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 186630
  },
  "path": "/opiniao/pedro-doria/coluna/2026/05/ia-de-alguma-forma-ultrapassara-a-capacidade-humana-em-2028.ghtml",
  "publishedAt": "2026-05-19T03:05:35.000Z",
  "site": "https://oglobo.globo.com",
  "tags": [
    "O Globo"
  ],
  "textContent": "\nA Anthropic publicou em seu site, na última quinta-feira, um ensaio sobre a disputa entre Estados Unidos e China na corrida da inteligência artificial. É, simultaneamente, uma análise da indústria neste momento, uma previsão a respeito do futuro próximo, uma reflexão política — e um aceno, uma bandeira branca, erguida para o governo Donald Trump. No geral, a análise não é surpreendente, apenas repete o que muita gente no Vale do Silício já vem dizendo faz algum tempo. Mas há algo que começa a aparecer de forma consistente: em 2028, chegaremos a um ponto da IA em que ela de alguma forma ultrapassa a capacidade humana. É agora a previsão de Dario Amodei, CEO da Anthropic, mas reafirma o que disse Sam Altman, da OpenAI, e está muito próximo da linha de chegada de Demis Hassabis, o Prêmio Nobel que dirige a IA do Google. (Hassabis, um pouco mais conservador, fala entre 2028 e 2030.) Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
  "title": "IA de alguma forma ultrapassará a capacidade humana em 2028"
}