Lenda da NFL: Tetracampeão do Super Bowl, treinador Sherman Lewis morre aos 83 anos
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May 18, 2026
O mundo da NFL se despediu, neste fim de semana, de Sherman Lewis, ex-running back do New York Jets e treinador assistente tetracampeão do Super Bowl, que morreu aos 83 anos. A morte foi confirmada pela Michigan State University, onde ele brilhou como running back e foi eleito All-American em 1963, antes de seguir para o futebol profissional. A causa da morte não foi divulgada. Barboza diz que se sentiu desvalorizado no Botafogo e revela brincadeira de colegas: 'Vai embora, queremos receber Convocação da seleção brasileira: Ancelotti tem pré-lista com 55 jogadores; veja quem está nela e pode ser chamado Em nota, a universidade lamentou a perda e destacou a trajetória do ex-atleta e treinador. "Estamos profundamente tristes com a notícia do falecimento de Sherman Lewis. Ele foi eleito para o primeiro time All-American em 1963, atuou como treinador assistente na MSU antes de uma brilhante carreira como treinador na NFL, que incluiu quatro títulos do Super Bowl. Nossos mais sinceros pêsames à família Lewis", afirmou um porta-voz da instituição. Selecionado nos drafts da NFL e da AFL em 1964, Lewis atuou profissionalmente apenas pelo New York Jets, entre 1966 e 1967. Foi, no entanto, fora de campo que construiu seu maior legado. Carreira vitoriosa nos bastidores Como treinador, Lewis conquistou quatro títulos do Super Bowl, sendo três deles com o San Francisco 49ers. Entre 1983 e 1990, ele trabalhou como treinador de running backs sob o comando de Bill Walsh e participou das campanhas vitoriosas que renderam os troféus de 1985, 1988 e 1990. Depois, assumiu o cargo de coordenador ofensivo do Green Bay Packers durante oito temporadas, na comissão de Mike Holmgren. Foi ali que conquistou seu quarto anel, quando os Packers venceram o New England Patriots no Super Bowl de janeiro de 1997. Apesar da trajetória de sucesso, Lewis frequentemente dizia que lamentava não ter recebido a oportunidade de ser treinador principal na liga. Em entrevista de 2015, ele relembrou a carreira com serenidade. — Sem dúvida, eu gostaria de ter tido a chance de ser treinador principal. Mas, olhando para trás, fiz tudo o que pude. Fiquei desapontado, mas não vou me apegar a isso. Tive uma ótima carreira e fui privilegiado por treinar na NFL — afirmou. Seu último trabalho na liga foi em 2009, como consultor ofensivo do Washington Redskins, chegando a assumir a chamada de jogadas ofensivas após a diretoria retirar essa função de Jim Zorn. Nas redes sociais, torcedores e ex-companheiros prestaram homenagens. Um fã escreveu na plataforma X: “Que grande homem e treinador. Cresci na mesma rua que Lewis. Descanse em paz, treinador”. Outro destacou que, por ter surgido antes da chamada Regra Rooney — criada para ampliar a diversidade nas contratações de treinadores —, ele acabou nunca recebendo a chance de liderar uma franquia como treinador principal.
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