{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreigoxkffowfn5nimmhqw7isjrv3au5cwj5shmrd5vl2fvptnham4bu",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mm3wt7zdkcc2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreiaexnkftxwa5uvqjf4qyj7ksrv75qc3azalx5sozo4a3wi7s3syg4"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 3011817
},
"path": "/mundo/noticia/2026/05/18/apos-encontrar-restos-mortais-de-um-filho-mae-segue-busca-pelo-outro-e-vira-simbolo-de-133-mil-desaparecidos-no-mexico.ghtml",
"publishedAt": "2026-05-18T03:01:00.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nAo chegar ao campo no norte do México onde procura pelos restos mortais do filho, Cecilia Flores, de 53 anos, beija uma grande faixa com o rosto dele estampado. Em letras grandes, lê-se: “Sua mãe está lutando porque te ama”. Em uma manhã de abril sob sol intenso, ela liderava uma equipe formada por outras mães, além de arqueólogos e criminologistas, em busca de vestígios de pessoas desaparecidas. Uma escavadeira abria valas de cerca de 1,2 metro de profundidade e até 55 metros de extensão. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
"title": "Após encontrar restos mortais de um filho, mãe segue busca pelo outro e vira símbolo de 133 mil desaparecidos no México"
}