{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreielj5ayc5zjjjubwcjsel3zc4m7xalc6jdexguiytmsolm5pks5da",
    "uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mlzgb2og2yh2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreibbr5pws7f3a5gi2z54iaq6vevkfk3rpk24zs6ewrnytaa2ffadta"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 1774611
  },
  "path": "/opiniao/editorial/coluna/2026/05/bondades-eleitoreiras-terao-custo-alto.ghtml",
  "publishedAt": "2026-05-17T03:10:33.000Z",
  "site": "https://oglobo.globo.com",
  "tags": [
    "O Globo"
  ],
  "textContent": "\nEm busca da reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sido pródigo no anúncio de medidas de forte apelo popular sem se preocupar com o custo para os cofres públicos. Subvenções e desonerações para conter a alta dos combustíveis, crédito subsidiado, ampliação de programa habitacional, renegociação de dívidas. Vale qualquer ideia na tentativa de seduzir o eleitor, mesmo que não faça sentido econômico. E o período de “bondades eleitorais” parece longe do fim. O plano mais recente da equipe econômica é uma linha de crédito destinada a financiar carros para motoristas de aplicativo e taxistas. Muitas dessas medidas passam ao largo das metas fiscais. E todas têm impacto negativo na dívida pública. Quem quer que vença a eleição, será alta a conta da busca desenfreada de Lula por votos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
  "title": "Bondades eleitoreiras terão custo alto"
}