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  "textContent": "\nO cessar-fogo entre Israel e o grupo libanês Hezbollah, que expiraria no próximo domingo, será prorrogado por mais 45 dias, anunciou o Departamento de Estado americano nesta sexta-feira, no segundo dia de conversas entre Israel e Líbano em Washington. — Esperamos que essas discussões promovam uma paz duradoura entre os dois países, o pleno reconhecimento da soberania e integridade territorial de cada um e o estabelecimento de segurança genuína ao longo de sua fronteira compartilhada — disse o porta-voz do Departamento de Estado, Tommy Pigott. Initial plugin text Apesar do cessar-fogo que entrou em vigor em 17 de abril, o Exército israelense continuou atacando alvos que alegam ser ligados ao Hezbollah no Líbano, causando a morte de pelo menos 400 pessoas, segundo um balanço da AFP baseado em dados oficiais. Na quarta-feira, o Ministério da Saúde do Líbano informou que ataques aéreos israelenses mataram 22 pessoas, incluindo oito crianças, no sul do país. Além disso, acusou Israel de atacar civis e paramédicos, o que o Estado judeu nega. Os militares israelenses afirmam que pretendem criar uma zona de segurança no sul do Líbano para impedir futuros ataques do Hezbollah. Nessas áreas, vilarejos inteiros foram destruídos com táticas semelhantes às empregadas pelas tropas israelenses em Gaza, o que especialistas classificam como \"domicídio\". Grupos de direitos humanos afirmam que alguns casos podem configurar crimes de guerra, o que Israel nega. O Hezbollah realizou seus próprios ataques contra tropas israelenses no Líbano e no norte de Israel com foguetes e drones, e Israel respondeu com ataques aéreos generalizados e uma invasão terrestre do sul do Líbano. O conflito começou em 2 de março, dois dias depois de os EUA e Israel lançarem um ataque conjunto contra o Irã. A entrada do grupo islâmico no conflito se deu por seu apoio ao regime iraniano, aliado do Hezbollah. Diante da morte do então líder supremo Ali Khamenei, combatentes do grupo lançaram ataques contra Israel. Pelo menos 2.896 pessoas foram mortas no Líbano desde então, segundo o Ministério da Saúde. As autoridades israelenses afirmam que 18 soldados e quatro civis foram mortos durante o mesmo período. *Em atualização",
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