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"publishedAt": "2026-05-04T08:21:27.000Z",
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"O Globo"
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"textContent": "\nO comando militar do Irã anunciou há pouco que o Exército dos Estados Unidos será atacado caso entre no estreito de Ormuz, depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que Washington começaria a escoltar embarcações por essa via marítima estratégica. Indonésia e Japão estreitam parceria militar em meio à liberação japonesa de exportação de armas De olho nas manobras: Favoritos, democratas temem tentativa de roubo de eleição legislativa por Trump “Anunciamos que qualquer armada de força estrangeira — especialmente as forças militares agressivas dos Estados Unidos — será alvo de ataques se pretender entrar no estreito de Ormuz”, declarou o general Ali Abdollahi, do comando central do Exército iraniano, em comunicado divulgado pela emissora estatal IRIB. “Afirmamos reiteradas vezes que a segurança do estreito de Ormuz está sob o controle das forças armadas da República Islâmica do Irã e que, em qualquer circunstância, qualquer passagem segura deve ser coordenada com essas forças”, acrescentou. O Irã mantém um controle rígido sobre Ormuz — ponto-chave para o tráfego mundial de hidrocarbonetos — desde que Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o país em 28 de fevereiro. Reação e operação marítima Em represália, Teerã atacou alvos em Israel e em países do Golfo. Trump afirmou que a nova operação marítima, batizada de “Projeto Libertad”, foi um gesto “humanitário” para as tripulações dos numerosos navios retidos pelo bloqueio na passagem marítima, que poderiam estar ficando sem alimentos e outros suprimentos cruciais. O presidente da França, Emmanuel Macron, defendeu sua participação na reabertura do trecho de Ormuz e classificou a medida como uma ação “concertada” entre o Irã e os Estados Unidos. “É a única solução que permitiria reabrir o trecho de Ormuz de forma duradura, para garantir a navegação livre, sem restrições e com segurança”, disse.",
"title": "Irã ameaça atacar forças dos EUA no estreito de Ormuz após anúncio de escolta naval de Trump"
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