Brasileiros são indicados para prêmio britânico de dança
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April 29, 2026
A dupla de dançarinos brasileiros Davi Pontes e Wallace Ferreira está entre os sete indicados da segunda edição do prêmio britânico The Rose International Dance Prize, anunciaram nesta quarta-feira os organizadores. O teatro londrino Sadler's Wells foi palco do anúncio dos quatro indicados ao prêmio Rose, destinado a coreógrafos consagrados, e dos três ao prêmio Bloom, voltado a artistas emergentes, categoria na qual concorre a dupla brasileira. 20 anos depois: diretor explica o motivo de Gisele Bündchen não retornar em 'O diabo veste Prada 2' Leia também: Bella Campos fala do desejo de ser mãe: 'Independe de homem' Além dos brasileiros, com sua obra "Repertório N.3", disputam o prêmio Bloom, de 15 mil libras (cerca de R$ 94,7 mil), a grega Chara Kotsali, com "It's the end of amusement phase", e o taiwanês Wang Yu-Kuan, com "Islands". Ao prêmio Rose, com valor de 40 mil libras (cerca de R$ 250 mil), concorrem o chinês Tao Ye, com "13 & 14", a companhia britânica Stopgap Dance Company, com "Lived Fiction", a ruandesa Dorothee Munyaneza, com "Umuko", e a israelense Sharon Eyal, com "Delay the sadness". O The Rose International Dance Prize teve sua primeira edição em 2025 e tem como objetivo se tornar um prêmio de referência na dança contemporânea. "Há muito tempo pensamos em criar um prêmio de dança desse tipo, que reconheça o melhor trabalho que está sendo criado no mundo atualmente. Um prêmio que celebre a coreografia, uma verdadeira invenção com clareza e que mostre vozes artísticas distintas", afirmou Alistair Spalding, diretor artístico do Sadler's Wells. Initial plugin text As sete obras serão apresentadas no teatro londrino entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro de 2027, data em que serão anunciados os vencedores das duas categorias. "Acreditamos que já era hora de a dança ter seu próprio momento no campo das artes", acrescentou Spalding. Os indicados brasileiros, em sua obra, "exploram como um corpo - e aquilo que ele carrega - desenvolve sua própria capacidade de se defender. O projeto experimenta uma relação radical de proximidade com o público, na qual intérpretes e espectadores coexistem no mesmo espaço", segundo o comunicado dos organizadores. "É um trabalho muito potente. Bastante impactante, em certo sentido, porque eles estão nus durante toda a peça. Isso coloca a questão de forma muito direta. Mas é muito forte. São dois intérpretes muito físicos, muito potentes", afirmou Spalding à AFP.
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