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  "publishedAt": "2026-04-22T16:20:04.000Z",
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    "O Globo"
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  "textContent": "\nO presidente do Banco de Brasília (BRB), Nelson de Souza, afirmou ter recebido com alívio a aprovação do aumento de capital de até R$ 8,8 bilhões pela assembleia de acionistas, em reunião realizada nesta quarta-feira. Souza afirmou que o próximo passo será integralizar o aporte de capital até 29 de maio. — O pior já passou. Os próximos passos vão depender do sócio controlador (o governo do Distrito Federal), que precisará fazer o aporte de capital — afirmou Souza, acrescentando que está em negociações junto a grupo de bancos e o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) as condições para o empréstimo de R$ 6,6 bilhões. Souza disse que a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, tentará negociar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Ministério da Fazenda para conseguir aval do Tesouro ao empréstimo. Mas que a solução não dependerá só disso. — Uma ajuda do governo federal será muito bem-vinda. Mas não podemos depender disso. Temos condições de caminhar com nossos próprios pés — afirmou o presidente do BRB. Ele afirmou que além do empréstimo no valor de R$ 6,6 bilhões, serão adotadas outras medidas. Entre elas, a formatação de um fundo imobilário com alguns ativos cedidos do governo local, venda de participação da BRB Financeira e até possibilidade de securitização de dívidas do controlador. O acordo com a gestora independente Quadra Capital, comunicado ao mercado na segunda-feira, dará fôlego de liquidez no BRB. A operação envolverá uma quantia de R$ 15 bilhões em repasse da integralidade das carteiras de crédito adquiridas pelo Master. Do total, R$ 4 bilhões serão aportados à vista. O restante irá para o fundo gerido pela Quadra Capital, e os recursos serão aportados à medida em que os valores forem recebidos ao longo do tempo, explicou Nelson. No total, o valor das carteiras do Master soma R$ 21,9 bilhões, sendo que R$$ 1,9 bilhão foi vendido para investidores externos. Dos R$ 20 bilhões que restaram, o BRB negociou por R$ 15 bilhões, considerados R$ 2,6 bilhões de ativos podres daTirreno, ligado ao Master e o valor do desságio. Souza descartou a possibilidade de federalização do BRB ou liquidação pelo Banco Central. Afirmou ainda que está trabalhando em conjunto com a governadora para encaminhar a solução. — Não existe risco de perda de controle do banco — afirmou ele.",
  "title": "Presidente do BRB diz que aumento de capital é alívio, mas que ainda negocia aportes no banco: 'Pior já passou'"
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