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"publishedAt": "2026-04-13T12:01:16.000Z",
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"textContent": "\nPolíticos do PT celebraram a derrota de Viktor Orbán, líder da extrema direita global, nas eleições da Hungria neste domingo. O então primeiro-ministro admitiu ter sido superado pela oposição no pleito e abriu caminho para uma transição de poder no país da Europa Central, que por 16 anos enfraqueceu instituições democráticas e tornou Budapeste em uma frente de resistência aos valores liberais no coração da União Europeia com seu modelo de \"democracia iliberal\". O vencedor da votação foi o líder da oposição, Péter Magyar, do Tisza (Respeito e Liberdade). Leia mais: Empate em pesquisa acirra ataques entre Lula e Flávio Bolsonaro em busca de eleitor fora da polarização Veja também: Flávio Bolsonaro critica Lula com vídeo sobre fome filmado durante o governo do pai Em novembro do ano passado, Orbán se reuniu com o então deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em Washington, nos Estados Unidos, e criticou as supostas \"caças às bruxas políticas\" contra Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. (O ex-presidente, aliás, passou dois dias na Embaixada de Hungria após ser alvo de uma operação da Polícia Federal, em 2024.) No encontro nos EUA, o húngaro disse estar \"firmemente ao lado dos Bolsonaros\". Eduardo, por sua vez, destacou que Orbán compartilhava da mesma \"visão de mundo\" de Donald Trump. Escolhido do Lula recentemente para comandar a articulação política do governo, José Guimarães (PT-CE) classificou Orbán como \"aliado de primeira hora de Bolsonaro\". Ele ressaltou que o resultado do pleito na Hungria \"representa uma vitória da democracia e um recado claro: o obscurantismo e o extremismo de direita, que atingiram seu ápice nas bolhas de desinformação das redes sociais, começam a entrar em declínio no mundo\". Para Guimarães, que antes de assumir a Secretaria de Relações Institucionais era líder do governo Lula na Câmara, acrescentou que \"a verdade e a democracia prevalecem sobre a mentira e o atraso organizado\" e sugeriu que a derrota da extrema direita seria um prenúncio da eleição no Brasil. \"O Brasil também saberá reafirmar, nas urnas, seu compromisso com a democracia e seus valores. Mostrará que o governo do presidente Lula retomou o crescimento econômico, alcançou recordes de emprego e renda, ampliou investimentos em programas sociais e infraestrutura e resgatou a soberania nacional, reconquistando o respeito do país nos fóruns internacionais\", escreveu. Initial plugin text Já o deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou nas redes sociais que a Hungria \"escreveu uma página histórica\". \"Com participação recorde, o povo derrotou Viktor Orbán e impôs uma derrota devastadora à extrema-direita, encerrando um ciclo de 16 anos de autoritarismo, obscurantismo e ataque à democracia\", destacou o petista, para quem \"o mundo se torna mais feliz quando a extrema-direita perde\". Lindbergh avaliou que a vitória na Hungria mostrou que \"nenhum projeto de ódio é invencível, nenhum autoritarismo é eterno e nenhum governo fundado no medo consegue calar para sempre a vontade popular\". Assim como Guimarães, ele também citou o clã Bolsonaro e a expectativa por um resultado parecido em outubro. \"Que a derrota histórica de Orbán sirva de recado para o Brasil: em outubro, vamos derrotar a extrema-direita aqui também. Com voto, com povo e com coragem, vamos vencer o ódio, defender a democracia e enterrar o bolsonarismo\", disse. Initial plugin text O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) compartilhou um vídeo em que opositores de Orbán celebram o resultado das eleições nas ruas de Budapeste. \"A derrota do fascismo é contagiante! Vamos repetir no Brasil em outubro derrotando a extrema direita bolsonarista e seus aliados do Centrão\", acrescentou. Initial plugin text Já o ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Marcio Macedo também exaltou a derrota \"do aliado de Bolsonaro\". \"Representa uma vitória da democracia e indica um enfraquecimento da extrema-direita no mundo. Encerra assim, um ciclo de 16 anos de autoritarismo, perseguições e obscurantismo\", destacou. Initial plugin text",
"title": "Petistas comemoram derrota na Hungria de Viktor Orbán, líder da extrema direita global: 'Aliado de Bolsonaro'"
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