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  "publishedAt": "2026-03-17T19:34:41.000Z",
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    "O Globo"
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  "textContent": "\nO presidente equatoriano, Daniel Noboa, tachou, nesta terça-feira, como \"falsas\" as acusações feitas por seu contraparte colombiano, Gustavo Petro, que denunciou um bombardeio em seu país a partir da fronteira equatoriana, onde atuam guerrilheiros e narcotraficantes. Cooperação militar: ‘Escudo’ de Trump contra narcotráfico e crime organizado aumenta risco de intervenções na América Latina Primeiro dia com toque de recolher: Equador mobiliza 75 mil soldados e policiais para combater narcotráfico; plano é alinhado com os EUA Petro afirmou na véspera que seu governo tinha provas de um ataque com uma \"bomba\" lançada de um avião perto da fronteira, em meio a uma guerra comercial e de palavras entre os dois presidentes. O Equador está \"bombardeando os locais que serviam de esconderijo\" para grupos criminosos, \"em grande parte colombianos, que o próprio governo permitiu infiltrar em nosso país devido à negligência em sua fronteira\", declarou Noboa no X, dirigindo-se ao presidente colombiano. Na semana passada, o Equador atacou um campo de treinamento pertencente a um grupo dissidente das Farc na província fronteiriça de Sucumbíos, no nordeste do país, no âmbito de sua política de linha-dura contra o narcotráfico, apoiada pelos Estados Unidos. Initial plugin text \"Presidente Petro, suas declarações são falsas; estamos agindo no nosso território, não no seu\", escreveu Noboa, cujo país integra o \"Escudo das Américas\", uma aliança de 17 países do continente americano criada pelos Estados Unidos para enfrentar ameaças à segurança. Equador e Colômbia compartilham uma fronteira de aproximadamente 600 km, onde guerrilhas colombianas e organizações criminosas de ambos os países atuam no tráfico de drogas, de armas, de pessoas e na mineração ilegal. \"Há 27 corpos carbonizados e a explicação não é plausível\", respondeu Petro nesta terça-feira no X, em alusão ao suposto ataque equatoriano em solo colombiano. Initial plugin text Em campos políticos opostos, Petro e Noboa elevaram o tom em meio à disputa tarifária que começou em fevereiro por iniciativa do Equador e que afeta as importações, a cooperação energética e o transporte de petróleo. A ministra das Relações Exteriores do Equador, Gabriela Sommerfeld, afirmou que Equador e Colômbia participarão em breve de um \"diálogo por meio da Comunidade Andina\" com o objetivo de \"retomar as negociações\". \"O que pedimos à Colômbia é que aumente sua capacidade de controle de fronteiras (...) a fim de diminuir o nível de violência e insegurança, não apenas no Equador, mas também em todo o Hemisfério Ocidental\", insistiu Sommerfeld em entrevista ao canal Teleamazonas.",
  "title": "Equador nega suposto bombardeio em território colombiano; Petro afirma que há 27 mortos"
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