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Homem é acusado de incendiar casa com esposa paraplégica dentro nos EUA

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo March 6, 2026
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Um homem de 39 anos foi acusado de homicídio qualificado após a morte da esposa, uma mulher paraplégica, em um incêndio ocorrido em Birmingham, no estado do Alabama, nos Estados Unidos. Segundo promotores, Justin Martez Seals teria provocado deliberadamente o fogo na estrutura onde a vítima vivia. Mãe processa escola nos EUA após filho de 8 anos morrer engasgado com pedaço de abacaxi em refeitório Mergulhador é atacado por tubarão na Austrália e é levado de helicóptero a hospital Mekayla Rembert, de 32 anos, foi encontrada morta dentro da garagem onde morava, separada da casa principal do terreno, na noite de 23 de dezembro de 2025. De acordo com as autoridades, equipes de emergência a declararam morta no local por volta das 21h. Seals foi preso no dia seguinte e compareceu à Justiça na quarta-feira para uma audiência preliminar. Durante a sessão, o promotor adjunto do condado de Jefferson, Nick Taggart, afirmou que o suspeito incendiou a estrutura intencionalmente. Segundo ele, o réu apresentava marcas de queimaduras e tinha conflitos frequentes com a esposa. “Este réu causou a morte dela e deve ser responsabilizado”, declarou, de acordo com o site AL.com. Investigação aponta possível incêndio criminoso De acordo com a promotoria, Seals teria utilizado gasolina ou outro acelerador para iniciar o incêndio enquanto Rembert, que utilizava cadeira de rodas, estava no quarto. Inicialmente, o suspeito disse à polícia que estava em uma loja da região quando o fogo começou e que só percebeu o incêndio ao retornar para casa. Funcionários do estabelecimento, no entanto, relataram aos investigadores que o homem mencionou fogo e gasolina durante sua passagem pelo local e chegou a afirmar: “Minha garota está morta”. A filha do casal também contou à polícia que os pais discutiam com frequência e que o pai não gostava da mãe. O detetive de homicídios de Birmingham, Ronald Davenport, afirmou que bombeiros identificaram sinais de incêndio criminoso, incluindo marcas de queimadura concentradas na área do quarto e próximas à porta de entrada da garagem. Um vizinho também relatou ter visto Seals gritando e dizendo que “seu bebê estava preso na garagem”. Segundo o investigador, o suspeito não estava no local quando bombeiros e policiais chegaram. No dia seguinte, ele compareceu voluntariamente ao Departamento de Polícia de Birmingham para prestar depoimento, após as autoridades entrarem em contato com seu pai. Em sua versão, Seals afirmou que voltava de bicicleta de uma loja de conveniência quando notou o incêndio e correu em direção à garagem em chamas. Ele também disse que deixou o local porque acreditava ter mandados de prisão em aberto e temia ser detido. A defesa contestou as acusações. A defensora pública do condado de Jefferson, Lauren Presley, afirmou em tribunal que nenhuma testemunha viu o réu antes do início do fogo ou ateando chamas na residência. Segundo ela, depoimentos indicam que o homem tentava entrar no imóvel para salvar a esposa e estava desesperado. A morte de Rembert foi classificada como homicídio pelo vice-chefe do Instituto Médico Legal, Bill Yates. Após a audiência, o juiz distrital do condado de Jefferson, William Bell, decidiu encaminhar o caso a um júri popular, que irá avaliar a possibilidade de formalizar a acusação. Rembert deixa filhos. Em declarações ao AL.com, a irmã da vítima, Amber Hollis, disse que ela era dedicada à família e muito querida por quem a conhecia. “Ela era uma pessoa muito doce, que vivia a vida ao máximo”, afirmou. Horas após a morte, Hollis publicou nas redes sociais uma homenagem emocionada à irmã. Uma cerimônia em memória de Rembert foi realizada em 9 de janeiro na funerária WE Lusain.

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