External Publication
Visit Post

MPRJ não pediu apreensão de adolescente suspeito de estupro coletivo contra menina de 17 anos

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo March 4, 2026
Source
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) não pediu à Vara de Infância e Juventude da Capital a internação provisória de um adolescente, de 17 anos, envolvido no estupro coletivo de uma estudante, de 17 anos. O crime ocorreu no dia 31 de janeiro, em um apartamento localizado em Copacabana, na Zona Sul do Rio. Segundo o MPRJ, no caso do adolescente, foi feita uma representação para que ele responda por ato infracional análogo ao crime investigado. Em nota, o órgão informou ainda que medidas cautelares podem ser requeridas no decorrer da investigação. Indagado sobre o motivo de não representar pela apreensão do menor, o órgão não respondeu. Na Zona Sul: Vitor Hugo Simonin, acusado de estupro coletivo de uma adolescente, se entrega à 12ª DP, em Copacabana Estupro em Copacabana: acusado do crime teria abusado de outra adolescente durante festa junina na Zona Sul do Rio Apesar da existência de um pedido, feito pela 12ªDP (Copacabana), para a apreensão do adolescente, a lei veda, neste caso, a decretação de ofício pelo juízo competente sem uma representação do Ministério Público. A manifestação do MPRJ, pela não apreensão do adolescente de 17 anos, teria sido feita, segundo o portal G1, no último dia 2. Acusado de estupro coletivo, Mattheus Veríssimo Zoel Martins chega à 12ª DP (Copacabana) Gabriel de Paiva / Agência O Globo Já em relação aos quatro maiores, a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Violência Doméstica da Área Centro, do Núcleo Rio de Janeiro, ofereceu denúncia perante a Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente (VECA) no caso envolvendo o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em 31 de janeiro, em Copacabana. Tiveram as prisões decretadas, e foram presos, na terça-feira, após se apresentarem à polícia, Mattheus Veríssimo Zoel Martins, de 19, e João Gabriel Xavier Bertho, da mesma idade. Nesta quarta-feira, foi preso também após se apresentar à polícia, Vitor Hugo Oliveira Simonin, 18. Ainda está foragido Bruno Felipe dos Santos Allegretti, de 18. Sessenta minutos de violência: relatório da polícia mostra como adolescente foi atraída para apartamento em Copacabana e estuprada Segundo a polícia, Vitor é denunciado por mais um caso de violência sexual, em que uma adolescente afirma ter sido violentada durante uma festa escolar, em outubro do ano passado. A entrega ocorre dias após a decretação da prisão de quatro maiores de idade denunciados por estupro coletivo e cárcere privado. O caso também teve desdobramentos na esfera política: o pai de Vitor Hugo, José Carlos Simonin, que ocupava o cargo de subsecretário de Governança da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio, foi exonerado nesta quarta-feira. Violência sexual: subsecretário é exonerado após filho ser acusado de participar de estupro coletivo em Copacabana A investigação que começou com o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em um apartamento em Copacabana, ganhou novas frentes. A Polícia Civil do Rio agora apura três casos distintos de violência sexual ligados, ao menos em parte, ao mesmo grupo de jovens da Zona Sul. A revelação da terceira denúncia foi feita pelo delegado Ângelo Lages, titular da 12ª DP (Copacabana). Segundo ele, trata-se de uma vítima menor de idade, aluna do Colégio Pedro II, que relatou ter sido abusada em outubro do ano passado, durante uma festa organizada pela escola. — Um dos casos já teve registro de ocorrência, no qual a adolescente relatou ter sido vítima de abuso por três homens. Dois deles eram do grupo identificado no caso de Copacabana. O terceiro suspeito ainda não se sabe se integra esse mesmo grupo. Agora, outra vítima procurou a delegacia para registrar o caso. Evidentemente, a investigação ainda está em estágio inicial, e é preciso cautela. Vamos trabalhar de forma técnica para apurar a conduta de cada um. Portanto, é necessário reunir provas para subsidiar a investigação — pontuou o delegado Angelo Lages, titular da 12ª DP. A prisão dos quatro jovens, suspeitos de participação no estupro coletivo de uma adolescente, de 17 anos, chegou a ser pedida durante o plantão judicial, em fevereiro. Na ocasião, o juízo plantonista entendeu que o assunto não deveria ser tratado durante o expediente normal. Após nova representação, as prisões foram decretadas pela Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente. Veja abaixo, a íntegra da nota do MPRJ sobre o caso envolvendo o estupro coletivo e a não existência de pedido de apreensão de um adolescente, de 17 anos: "O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informa que a 2ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Violência Doméstica da Área Centro, do Núcleo Rio de Janeiro, ofereceu denúncia perante a Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente (VECA) no caso envolvendo o estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, ocorrido em 31 de janeiro, em Copacabana. Em relação ao adolescente investigado por participação nos fatos, o MP representou para que ele responda por ato infracional análogo ao crime investigado, não tendo sido solicitado, naquele momento, pedido de internação provisória. Eventuais medidas cautelares podem ser requeridas no decorrer da investigação. Quanto ao pedido de medida urgente apresentado pela autoridade policial no plantão judiciário, a manifestação do promotor de plantão foi no sentido de que a análise do caso não configurava hipótese de apreciação em regime de plantão, devendo ser submetida ao juízo natural responsável pelo processo." Initial plugin text

Discussion in the ATmosphere

Loading comments...