Menina de 13 anos que desapareceu em Botafogo é encontrada na Baixada Fluminense
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March 4, 2026
A adolescente Alicia da Silva Lima, de 13 anos, que desapareceu no início da tarde de segunda-feira (2), em Botafogo, bairro onde mora, na Zona Sul do Rio, foi encontrada. A informação foi confirmada pela mãe, a massoterapeuta Cristiane Moreira. Ela estava em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, caminhando sem rumo, de madrugada, e foi vista por populares, que acionaram a polícia. — Ela estava andando a esmo, suja, despenteada, com bolhas nos pés — conta a mãe. — Não estava com ninguém, que era algo que imaginávamos. Jogou o celular fora, porque não queria mesmo ser encontrada. Mas as duas opções assustam. Transtorno psicológico também. Ainda de acordo com a mãe, assim que a menina estiver mais descansada, irá ao médico: — Peguei o encaminhamento para um psiquiatra. Ela está dormindo agora, e vamos hoje no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Botafogo. Tomara que ela não precise entrar com nenhuma medicação. Mas se precisar, vamos entrar. De acordo com a mãe, Alicia, que estuda na mesma rua onde mora, com ela e a irmã, avisou no início da tarde de segunda-feira que tinha chegado da escola, por mensagem, como sempre fazia, e depois não deu mais notícias. Quando Cristiane voltou para casa, por volta das 15h, já não a encontrou, e por isso calcula que tenha saído entre 14h e este horário. — Não tenho nenhuma suspeita de onde ela pode ter ido. Alicia sempre se comportou bem, nunca saiu assim sem avisar. As amigas dizem que ela não tem nenhum namoradinho ou alguém que pudesse ter ido encontrar. A polícia diz para aguardarmos, mas não tenho como ficar em casa. Estamos na rua, andando a esmo e perguntando. As roupas dela estão todas aqui — contou a mãe na terça-feira à noite. Ainda de acordo com Cristiane, a filha sempre foi tranquila e as amigas, indagadas, não deram qualquer indicação de que ela pudesse ter ido se encontrar com alguém quando desapareceu. Como não sai desacompanhada, Alicia não tem cartões de metrô ou de ônibus. O caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana) e depois encaminhado para a Delegacia de Descoberta de Paradeiros. Initial plugin text
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