{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreid5p4p6fnwbohjsr46ebcqonefmbzzvjq4hnuupqkhqovydmflxhm",
    "uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mfxv7xwghi72"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreig6ofipl5k2kixszokx6hx6dbbwkgclgd4xrpm6o5gwlfpgtymt7y"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 1622742
  },
  "path": "/opiniao/dorrit-harazim/coluna/2026/03/trump-sendo-trump-no-discurso-do-estado-da-uniao.ghtml",
  "publishedAt": "2026-03-01T03:05:29.000Z",
  "site": "https://oglobo.globo.com",
  "tags": [
    "O Globo"
  ],
  "textContent": "\nDiscursos do Estado da União fazem parte do rito anual de todo presidente dos Estados Unidos. Costumam ser longos e enfadonhos. Servem, em teoria, para o mandatário prestar contas ao Congresso sobre o que fez e pretende fazer. O desempenho de Donald Trump na noite de terça-feira foi um exercício de embevecimento fascista com a própria voz. Durante uma hora e 47 minutos, embaralhou temas e falsas verdades, desconversou sobre os problemas reais da nação de 250 anos e transformou o plenário do Capitólio em claque de auditório. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
  "title": "Trump sendo Trump no Discurso do Estado da União"
}