{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreihsjr7pafjf6cimmlkirwqcoljwxzrecoh636co5m6bgc4634rjsm",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mfppmuvqnwh2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreigqyj7kpkazc4za6ka5lxdkyb3b7hgamz6vj3in43vbdalbpeatze"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 8808
},
"path": "/politica/noticia/2026/02/25/ministro-diz-que-governo-apoiou-versao-de-derrite-do-pl-antifaccao-por-falta-de-opcao-ou-cruzavamos-os-bracos-ou-buscavamos-melhorar.ghtml",
"publishedAt": "2026-02-25T21:26:50.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nO ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, disse nesta quinta-feira que o governo não tinha alternativas que não fosse a de tentar amenizar o texto do relator, Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública do governo Tarcísio de Freitas, na votação do projeto de lei antifacção. De acordo com o titular da pasta, o comando da Câmara indicou que não acolheria o texto aprovado no Senado. — Embora reconhecêssemos e tivéssemos uma grande afinidade com o texto do Senado, nós não tínhamos possibilidade de se manifestar sobre ele porque esse texto não seria votado Lima e Silva argumenta que, diante da situação, só havia como opção negociar. — Só existiram duas posturas possíveis: ou cruzarmos os braços e deixarmos que aquela versão tramitasse ou buscássemos melhorar aquela versão. Ao longo da terça-feira, o governo se dividiu entre aderir ou não ao texto elaborado pelo deputado Guilherme Derrite (PP-SP), ex-secretário de Segurança Pública do governo Tarcísio de Freitas. O ministro da Justiça era a favor, enquanto a Secretaria de Relações Institucionais, comandada por Gleisi Hoffmann, e a bancada do PT na Câmara eram contra. Lima acrescentou que foram apresentadas 23 proposições em cinco eixos diferentes ao texto de Derrite e dessas 12 foram acolhidas no texto aprovado. O ministro da Justiça lamentou que o item que previa a taxação de bets tenha sido rejeitado por um destaque, mas afirmou esperar que o Congresso aprove formas de financiamento de combate ao crime organizado na votação da PEC da Segurança Pública na próxima semana. — Temos certeza, que o Congresso brasileiro, terá a oportunidade de viabilizar na ocasião, no debate da PEC, proposições estruturantes da financiabilidade segurança pública. De acordo com Lima e Silva, a taxação de Bets pode ser combinada com outros mecanismos de obtenção de recursos. — Esse é um caminho possível. Pode ser adotado de forma isolada ou conjuntamente.",
"title": "Ministro diz que governo apoiou versão de Derrite do PL Antifacção por falta de opção: 'Ou cruzávamos os braços ou buscávamos melhorar'"
}