{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreihlhtoxbkfloodftgpd43oakyz7n7u4niz3wglsdmdikvyt4zzkce",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mfoapbcf4gf2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreibkrucz2il6m3x2nvfcua6aittxb6p3c7fwysgmjljgydeqjsrrh4"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 1977769
},
"path": "/rio/noticia/2026/02/25/stf-retoma-hoje-julgamento-do-caso-marielle-com-voto-de-moraes-o-que-esperar-do-segundo-dia.ghtml",
"publishedAt": "2026-02-25T07:17:55.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nA Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira, a partir das 9h, o julgamento da Ação Penal 2434, que julga os cinco acusados de planejar o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Neste segundo dia, será lido o voto do relator da ação, ministro Alexandre de Moraes, e votarão também os outros três integrantes da turma: na ordem, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino. O resultado será proclamado por Dino, que preside a Primeira Turma. Na sequência, será calculado o tempo das penas a serem fixadas para cada réu. Análise: Advogados dos réus do caso Marielle tentam incriminar Cristiano Girão como possível mandante 'Preconceito, ‘lucros exorbitantes’ e ‘criação mental’: as frases que marcam o primeiro dia do julgamento do caso Marielle Os cinco réus são: Domingo Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), e Chiquinho Brazão, ex-deputado federal; Rivaldo Barbosa, delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro e ex-chefe da corporação; Ronald Paulo Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar fluminense e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor parlamentar conhecido como Peixe. Primeiro dia O primeiro dia de julgamento, nesta terça-feira, girou em torno de dois temas. O primeiro deles foi a discussão sobre a validação da delação de Ronnie Lessa, assassino confesso, e do depoimento do miliciano Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando Curicica. No segundo, se a atuação política de Marielle tinha ou não potencial para atrapalhar os negócios da milícia no Rio. Por oito horas e meia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) e os advogados de defesa dos acusados sustentaram suas teses. Choro, reza e dor de parentes: o primeiro dia de julgamento do caso Marielle no STF No plenário da Primeira Turma do STF, parentes de Marielle e dos acusados de ordenar e planejar a sua execução dividiram espaço. Sentado na quarta fileira, do lado oposto àquele em que estavam os parentes da vereadora, ficou o deputado estadual do Rio Manoel Brazão (União), conhecido como Pedro Brazão. Ele é irmão de Domingos Brazão. Galerias Relacionadas Do outro lado do auditório, além de Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial e irmã de Marielle, estavam seus pais, Antonio Francisco da Silva Neto e Marinete da Silva, e a sobrinha, Luyara Franco, filha de Marielle. Também ficaram na primeira fileira as viúvas da vereadora, Monica Benício, e de Anderson, Ágatha Arnaus Reis. Logo atrás estava Fernanda Chaves, que era assessora de Marielle e sobreviveu ao atentado. O crime Na noite de 14 de março de 2018, por volta das 21h30, o carro em que Marielle estava foi alvejado na região central do Rio. Ela havia participado de um debate na Casa das Pretas, no Centro, e seguia para casa, na Tijuca. No veículo estavam ainda a assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu, e Anderson Gomes, que também morreu no local. O automóvel foi atingido por disparos de uma submetralhadora HK MP5. Marielle foi atingida por quatro tiros; Anderson, por três. O crime provocou comoção internacional e transformou o caso em símbolo da luta contra a violência política. Initial plugin text",
"title": "STF retoma hoje julgamento do Caso Marielle com voto de Moraes: o que esperar do segundo dia"
}