{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiejqlqpwsjzigdeh5z3bohpxx256rkfu27cjvb6j47y7gqg6u3g6a",
    "uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3mflcrxaycp22"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreibdddf624vefd4iory3bvjlqeumoj6l2sktnzegaxxbhpam623l7q"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 395811
  },
  "path": "/opiniao/editorial/coluna/2026/02/brasil-nao-pode-perder-oportunidades-trazidas-pela-corrida-tecnologica-da-ia.ghtml",
  "publishedAt": "2026-02-24T03:09:28.000Z",
  "site": "https://oglobo.globo.com",
  "tags": [
    "O Globo"
  ],
  "textContent": "\nA participação brasileira na Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial (IA), realizada na Índia na semana passada, deveria servir de alerta: o mundo atravessa uma revolução na economia, e o Brasil mais uma vez ficará para trás se não agir com rapidez. A exemplo de mudanças climáticas, narcotráfico ou energia nuclear, a IA desponta como mais um tema em que apenas um compromisso global multilateral terá capacidade de dar conta de riscos que, como os benefícios, têm crescido a cada dia. Mas impor regras demais pode inibir a inovação. Para dar conta do dinamismo da tecnologia, as regras precisarão ser reavaliadas periodicamente e será necessário criar um mecanismo ágil de decisão e ação. O líder da OpenAI, Sam Altman, defendeu uma organização nos moldes da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) para o setor. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.",
  "title": "Brasil não pode perder oportunidades trazidas pela corrida tecnológica da IA"
}