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"publishedAt": "2026-02-23T09:54:22.000Z",
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"O Globo"
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"textContent": "\nO Irã advertiu nesta segunda-feira que considerará “um ato de agressão” qualquer ataque ao seu território, ainda que seja seletivo, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insinuar que avalia essa possibilidade. Teerã e Washington participaram, em 17 de fevereiro, na Suíça, de uma segunda rodada de negociações indiretas, sob mediação de Omã, sobre o programa nuclear iraniano. O encontro ocorreu em meio à escalada de tensões na região, após os Estados Unidos enviarem dois porta-aviões ao Oriente Médio. Irã e Omã confirmaram novas conversas para quinta-feira, mas o governo americano ainda não oficializou a participação. — Sobre a primeira pergunta acerca de um ataque limitado, não existe ataque limitado. Um ato de agressão será considerado um ato de agressão. Ponto final — declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baqai, em entrevista coletiva em Teerã. A afirmação foi uma resposta às declarações de Trump, que disse na sexta-feira que “considera” um ataque limitado contra o Irã caso o país não chegue rapidamente a um acordo com os Estados Unidos. — Qualquer Estado reagiria com firmeza a um ato de agressão com base em seu direito inerente à legítima defesa, e é exatamente isso que faríamos — acrescentou Baqai. Na semana passada, ao ser questionado por um jornalista — “O senhor considera um ataque limitado se o Irã não chegar a um acordo?” — Trump respondeu: “O que posso dizer é que estou considerando”. O chanceler iraniano, Abás Araqchi, lidera as negociações por Teerã. Os Estados Unidos são representados pelo emissário Steve Witkoff e por Jared Kushner, genro do presidente americano. Em entrevista à Fox News, gravada na quinta-feira e exibida no sábado, Witkoff afirmou que Trump se pergunta por que o Irã não “capitulou” diante da mobilização militar americana. O porta-voz da diplomacia iraniana reiterou que o país jamais se rendeu ao longo de sua história.",
"title": "Irã diz que tratará como 'ato de agressão' eventual ataque dos EUA ao território: 'Qualquer Estado reagiria com firmeza'"
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