Crítica: assim como a Imperatriz, Mocidade investe na bossa ‘chacundum’, mas o resultado não é tão bom
O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo
February 17, 2026
A comparação é inevitável: dois ícones da música brasileira, de sabor pop, homenageados em dias consecutivos no carnaval, ambos embalados por sambas fracos. Qual é a rainha de bateria mais icônica da história do carnaval? Júri elege lista das mais marcantes; você concorda? Programe-se: Já decidiu onde vai pular carnaval? Confira a ferramenta de blocos do GLOBO No quesito “leite de pedra”, bateria (mestre Lolo) e puxador da Imperatriz (Pitty de Menezes) saem em vantagem sobre os colegas da Mocidade, mestre Dudu e Igor Vianna. Crítica: De Lula a Mestre Sacaca, primeira noite termina com certo ar de 0 a 0 As duas baterias levaram a batida do chacundum a suas bossas – embalada por um violão em levada reta e um compasso de 4/4. No entanto, a Imperatriz conseguiu levantar o público (certamente a presença magnética de Ney Matogrosso ajudou no milagre), enquanto a Mocidade passou animada, mas sem obter a mesma resposta. Initial plugin text
Discussion in the ATmosphere