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  "textContent": "\nNão passaram nem 24 horas que o desfile da Portela terminou e a escola já não tem mais carnavalesco. O motivo é que André Rodrigues, que assinou o desfile que acabou marcado por problemas no último carro alegórico e uma chegada caótica à dispersão, decidiu se desligar da escola. A saída foi em comum acordo e o substituto ainda não foi anunciado. Programe-se: Já decidiu onde vai pular carnaval? Confira a ferramenta de blocos do GLOBO Carnaval RJ 2026: conheça os enredos e ouça os sambas das escolas do Grupo Especial Em seu terceiro carnaval na escola, André chegou à Portela após o carnaval de 2023, para fazer dupla com Antonio Gonzaga, que deixou a azul e branca após o desfile do ano passado e assumiu o barracão da Grande Rio. Em publicação nas redes sociais nesta noite, o agora ex-carnavalesco da escola de Madureira afirmou que tem \"um compromisso inabalável com a melhor entrega de tudo\" o que faz. Mas essa característica o fazia sofrer consequências, afirmou. \"Isso, por diversas vezes, coloca sobre as minhas costas responsabilidades além da minha função\", escreveu André, referindo-se ainda ao último carro alegórico da Portela, que travou na concentração e fez com que a escola passasse por apuros na entrada do Sambódromo: toda a escola já estava desfilando, enquanto o Setor 1 e boa parte da Avenida Presidente Vargas contavam com um vazio, já que o carro estava travado. A alegoria trouxe a tradicionalíssima velha-guarda. \"Eu não deveria ser a única pessoa na armação que sabia destravar um carro alegórico para garantir que a Velha Guarda desfilasse, mas eu era e fiz. 'Vale isso?': Pode desfilar pelado na Sapucaí? Entenda André Rodrigues relatou ainda que é alvo de ataques e, agora, sua filha, de quatro meses, também passou a ser alvo das ofensas. \"Quatro meses, tempo em que eu queria ter estado muito mais presente e não estive para garantir que esse carnaval chegasse na avenida de maneira digna\", ressaltou, afirmando que ama \"profundamente\" a Portela, \"sua história e suas pessoas\". Por dois anos, André assinou desfiles que venceram o Estandarte de Ouro de melhor escola: em 2023, pela Beija-Flor, com o desfile \"Brava Gente! O grito dos excluídos no palco do samba\", que assinou com Alexandre Louzada, e o de 2024, sobre o livro Um defeito de cor, pela Portela. Match dos blocos: faça o teste e descubra quem é você no carnaval de rua do Rio Desfile atrapalhado A Portela desfilou renovada neste ano. No primeiro carnaval da gestão de Junior Escafura como presidente, a bateria passou a ser conduzida pelo Mestre Vitinho, substituto do Mestre Nilo Sérgio, que prestou serviços à Tabajara do Samba por 20 anos. Já os microfones passaram a ser conduzidos por Zé Paulo Sierra, que substituiu Gilsinho, identificado intérprete portelense, que morreu em setembro, por complicações de uma cirurgia bariátrica. Com um enredo que valorizava a cultura afro-gaúcha, a escola contou a história de Custódio Joaquim de Almeida, o Príncipe Custódio, liderança do Batuque, a partir de Bará (Exu) e do Negrinho do Pastoreio. A entrada na Avenida foi aclamada: a comissão de frente com um homem voador, que subiu em um drone, e os belos carros davam um tom de confiança para o torcedor mais vezes campeão do carnaval. CLIQUE AQUI E VEJA NO MAPA DO CRIME DO RIO COMO SÃO OS ROUBOS NO SEU BAIRRO Com o andamento do desfile, no entanto, as coisas se complicaram. O último carro travou na concentração e, apesar de um buraco não ter se aberto na pista — já que o Setor 1, que ficou vazio, não conta para a avaliação dos jurados —, o que se viu foi uma correria de integrantes da escola para sanar o problema. No fim do desfile, carros também demoraram a ser retirados da Apoteose, o que tumultuou a saída da parte final dos componentes e causou correria para que o relógio não fosse estourado. Initial plugin text",
  "title": "Carnavalesco da Portela pede demissão após desfile com problemas em carro da velha-guarda"
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