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  "publishedAt": "2026-02-16T17:46:17.000Z",
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  "textContent": "\nO Reino Unido anunciou nesta segunda-feira um endurecimento legislativo para submeter os chatbots às normas de segurança online, após a polêmica envolvendo imagens de caráter sexual geradas pelo Grok, assistente de inteligência artificial (IA) da rede social X. Como fica o fundo? Medidas do governo retiram R$ 60,8 bi do FGTS em três anos Atuação do regulador: Reino Unido abre investigação contra X, rede de Musk, por imagens sexuais falsas — Nenhuma plataforma terá salvo-conduto — afirmou o primeiro-ministro britânico, o trabalhista Keir Starmer, durante uma visita a um centro social em Londres, prometendo fechar “as brechas que colocam as crianças em perigo”. O anúncio ocorre em meio a um movimento de indignação internacional em torno do Grok, que pode gerar imagens de pessoas nuas a partir de fotos reais. A Ofcom, órgão regulador britânico da internet, abriu em 12 de janeiro uma investigação para determinar se o X, rede social de Elon Musk, descumpriu suas obrigações de moderação de conteúdos ilegais e de proteção de menores. Initial plugin text Posteriormente, o regulador reconheceu a existência de um limite legal. Alguns chatbots escapam da recente lei britânica de segurança online quando “permitem apenas a interação com a própria IA, sem contato com outros usuários”. “Não podemos agir contra danos online se eles não estiverem cobertos pela lei”, havia advertido a Ofcom, cujo poder de sanção pode chegar a até 10% do faturamento global de uma empresa. Para remediar a situação, o governo trabalhista prevê apresentar uma emenda ao “Projeto de Lei de Crimes e Polícia” com o objetivo de obrigar todos os chatbots a proteger seus usuários contra conteúdos ilegais, segundo comunicado da Downing Street. No Brasil: Órgãos federais exigem que X bloqueie uso do Grok para gerar imagens sexualizadas sem consentimento O Executivo britânico também planeja incluir em seu projeto de lei sobre o bem-estar infantil medidas para intervir “em questão de meses”, se necessário, diante de mudanças tecnológicas. — A tecnologia evolui muito rapidamente e a lei deve acompanhar esse ritmo — afirmou Starmer. Esse reforço legislativo rompe com a postura mais aberta que o líder trabalhista havia adotado em janeiro de 2025, quando expressou a ambição de transformar o país em um laboratório de inteligência artificial para atrair gigantes do setor, em detrimento da regulação.",
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