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"textContent": "\nO segundo dia de desfile da Série Ouro terminou marcado por um acidente envolvendo a sexta escola da noite. No fim da passagem da União de Maricá, uma manobra com um carro alegórico deixou três pessoas feridas. O episódio mudou completamente o clima na Sapucaí, que até então era de celebração, com muitas homenagens, forte presença feminina e arquibancadas novamente lotadas. Foi uma noite de presenças ovacionadas e desfiles potentes. Porém, além do grave acidente, a passagem das escolas pela Avenida também foi marcada por atrasos frequentes e reclamações sobre o som da bateria no segundo recuo. Confira o que deu certo e o que não deu durante a última noite de desfiles da Série Ouro. Qual é a rainha de bateria mais icônica da história do carnaval? Júri elege lista das mais marcantes; você concorda? Programe-se: Já decidiu onde vai pular carnaval? Confira a ferramenta de blocos do GLOBO O que deu certo Presença de Conceição Evaristo: a segunda noite da Série Ouro contou com a presença ilustre da escritora. Aos 79 anos, Conceição está no meio de uma maratona: desfilou no dia anterior em São Paulo, mas fez questão de vir ao Rio para estar presente como homenageada no Império Serrano, em pé em um carro alegórico. Não à toa, foi ovacionada pelo público. Série Ouro: desfiles começam com homenagens a Xande de Pilares e Leci Brandão; UPM e Ilha entre as favoritas Show de drones: Antes do acidente, a União de Maricá abriu o desfile com um show de drones na Sapucaí. As aeronaves pintaram o céu com o pavilhão da escola e as frases: \"Acredita, Maricá\" e uma citação ao samba \"Vai dormir com esse barulho?\". A atração surpreendeu quem estava na Avenida. Show de drones União de Maricá Felipe Grinberg Mulheres em destaque: a noite também foi marcada por mulheres ocupando papéis de destaque que muitas vezes são tradicionalmente ocupados por homens. Laísa Lima emocionou o público ao fazer sua estreia como mestre de bateria do Arranco. Na Estácio, os foliões também notaram a força da voz das mulheres que estavam na equipe dos puxadores: Débora Cruz, Luanna Mahara e Viviane. Blocos de rua do carnaval carioca fazem 120 anos: cortejo nasceu influenciado por coligação política na eleição presidencial de 1906 Mais um dia lotado: assim como na primeira noite da Série Ouro, o segundo dia de desfiles não decepcionou quando se fala em público. Os foliões lotaram novamente a Avenida para acompanhar as escolas. Tanto nas arquibancadas quanto nos camarotes, o clima foi de festa e muita animação. Unidos da Ponte leva baile funk à Sapucaí: Stevie B, DJ Marlboro, MC Cacau; confira nomes que vão desfilar O que deu errado Acidente com alegoria: Na corrida para não estourar o relógio, a União de Maricá, sexta escola da Série Ouro a desfilar neste sábado, sofreu um grave acidente na Sapucaí. A última alegoria da escola bateu contra a frisa do setor 12 e atingiu ao menos três pessoas. Uma das vítimas, profissional da equipe de apoio da escola, ficou gravemente ferida. O homem foi transferido para o Hospital Municipal Souza Aguiar. Com a situação, algumas pessoas na dispersão e no setor 12 passaram mal e precisaram de atendimento no posto médico da Sapucaí. A situação mudou o clima na avenida no fim da madrugada. Da nudez ao topless, confira o que pode ou não no carnaval; julgamento muda em 2026, com subquesitos Atraso no início do desfile: a segunda noite da Série Ouro começou com atraso. O esquenta da Botafogo Samba Clube teve início cerca de 15 minutos após as 21h. O atraso, que não foi explicado pela escola nem pela Liga, acabou gerando uma sequência de outros atrasos ao longo da noite. Na Sapucaí, levantou-se a hipótese de que um problema no sistema de som teria atrasado a entrada da agremiação na Avenida. Baterias sem entrar no recuo: apesar de não ser obrigatório que a bateria feche o desfile, três escolas optaram por não entrar no segundo recuo. Com isso, os ritmistas deixaram a Avenida antes do restante da escola, o que acabou esfriando a parte final das apresentações. O detalhe foi perceptível nos desfiles da Botafogo Samba Clube e do Arranco do Engenho de Dentro. O Império Serrano também não utilizou o segundo recuo, mas os ritmistas cruzaram a Sapucaí na parte final da escola, o que reduziu o impacto da ausência no encerramento. Passarela atrapalhando a vista: a instalação de uma passarela móvel na dispersão atrapalhou a visão de quem estava nas frisas do setor 12. A estrutura, que ocupa espaço considerável no local, acaba escondendo parte da Apoteose, prejudicando a experiência de alguns foliões. Carnaval do brilho: veja as tendências de fantasia que dominam o Rio em 2026",
"title": "Acidente, atraso, show de drones e homenagens: confira o que deu certo e o que não deu no 2º dia de desfiles na Sapucaí"
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