Ana Hickmann teme por segurança após ex-marido publicar fotos de sua mansão em leilão
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February 12, 2026
Ana Hickmann manifestou preocupação com a própria segurança depois que seu ex-marido, Alexandre Correa, publicou nas redes sociais fotos e comentários sobre a mansão da apresentadora em Itu (SP), autorizada a ir a leilão judicial. A situação gerou tensão e revelou a polêmica envolvendo a venda do imóvel, que faz parte de um processo contra a empresa da artista, a Hickmann Serviços Ltda. Carnaval do Brasil atrai estrelas internacionais; descubra quem vai curtir a folia no país Entenda o caso: Além de Luciana Gimenez, Izabel Goulart rebate acusações ligadas a Epstein Em uma das publicações, Alexandre questionou a movimentação no local. "Está fazendo o que na porta da minha casa se ela está programada para leilão? Não me digam que estão subtraindo mais objetos?", escreveu, referindo-se a um veículo estacionado na residência. Em outro vídeo, alegou que estaria recebendo informações de moradores do condomínio. "Todo dia tem carro novo dentro da garagem daquela casa. É um absurdo", disse, criticando também a administração do local. "Estou ligando insistentemente para o condomínio, que finge que eu não existo. Mas já precisaram muito de mim e já usaram muito minha imagem em votação de síndico, quando o condomínio precisava de alguma coisa", afirmou. Alexandre Corrêa Reprodução Instagram Procurada, a assessoria de Ana esclareceu que a apresentadora está na "posse legítima do imóvel por decisão judicial" e que as únicas pessoas presentes na residência durante sua ausência são funcionários e prestadores de serviço. "Os veículos mencionados pertencem a esses profissionais”, acrescentou a nota. A equipe ainda informou que as acusações e a divulgação das imagens de Alexandre serão apuradas, com adoção das medidas cíveis e criminais cabíveis, inclusive pelo compartilhamento não autorizado do imóvel. A própria Ana comentou a situação: "Mesmo com a medida protetiva, não me sinto segura em saber que há pessoas observando minha casa e repassando informações para o meu agressor. Isso me assusta e me causa muito medo, não só por mim, mas também pelas pessoas que trabalham comigo e estão sendo expostas." O leilão da mansão, autorizado pela Justiça de São Paulo no fim de janeiro, faz parte de um processo movido por Danielle Murayama Fujisaki, que cobra uma dívida de R$ 750 mil não quitada. Segundo a decisão da 44ª Vara Cível do Foro Central, o imóvel será vendido por R$ 35 milhões, no estado em que se encontra, sem garantia, por meio de leilão eletrônico. O comprador deverá pagar o valor à vista, em até 24 horas após a arrematação, além de uma comissão de 5% destinada ao leiloeiro. O montante arrecadado será utilizado para quitar a dívida reconhecida judicialmente e, caso haja excedente, a diferença será devolvida aos responsáveis pelo bem.
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