{
"$type": "site.standard.document",
"bskyPostRef": {
"cid": "bafyreidvxfgg7qmdrvdvuve7ittjt27f7rro44eklnjmii7klqsbni4ble",
"uri": "at://did:plc:jyxhsywpmmdp5j2fxziceuc7/app.bsky.feed.post/3melha4cazua2"
},
"coverImage": {
"$type": "blob",
"ref": {
"$link": "bafkreidfoyh4ogllxvzxcgdlggxwze6kgdq7ec5wgnydnkqhhc5dttyzna"
},
"mimeType": "image/jpeg",
"size": 106605
},
"path": "/brasil/noticia/2026/02/11/pf-deflagra-operacao-contra-criminosos-que-divulgam-videos-de-abusos-sexuais-cometidos-contra-mulheres-sedadas.ghtml",
"publishedAt": "2026-02-11T11:41:06.000Z",
"site": "https://oglobo.globo.com",
"tags": [
"O Globo"
],
"textContent": "\nA Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quarta-feira, uma operação contra uma rede internacional que dissemina vídeos de abusos sexuais cometidos contra mulheres em estado de sedação. A ação cumpre três mandados de prisão temporária e sete mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Ceará, Pará, Santa Catarina e Bahia. Cão Orelha: Alvo de apuração do MP, delegado-geral de SC nega abuso de autoridade e cita 'motivações escusas' Vivi pra contar: 'A verdade começa, enfim, a prevalecer', diz pai que luta há dez anos por justiça para aluna morta Batizada de Operação Somnus, as investigações tiveram início no ano passado. A PF recebeu informações oriundas de uma cooperação policial internacional que envolve mais de 20 países, por meio da Europol, e investiga a participação de sete brasileiros na prática criminosa. Segundo a polícia, as condutas investigadas configuram delitos contra a dignidade sexual, e podem ser enquadradas nos crimes de estupro de vulnerável, divulgação de cena de estupro e estupro de vulnerável. Trocas de mensagens obtidas pela investigação revelaram que os suspeitos discutiam o uso de medicamentos com propriedades sedativas antes das práticas sexuais. Para a polícia, o conteúdo demonstra \"conhecimento sobre marcas comerciais e possíveis efeitos adversos dessas substâncias\". Foram apreendidos equipamentos eletrônicos, dispositivos de armazenamento de dados, aparelhos celulares, computadores. Ainda conforme a PF, os suspeitos brasileiros também podem ser enquadrados na Lei nº 13.642/2018, voltada para crimes praticados por meio da internet que envolvam a propagação de conteúdo misógino. A disseminação dos vídeos, nesse sentido, indica a \"manifestação de ódio, repulsa e objetificação da mulher\".",
"title": "PF deflagra operação contra criminosos que divulgam vídeos de abusos sexuais cometidos contra mulheres sedadas"
}