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Novo tenta filiar Carol de Toni para montar 'palanque triplo' ao Senado em Santa Catarina

O GLOBO | Confira as principais notícias do Brasil e do mundo February 5, 2026
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Após a deputada federal catarinense Caroline de Toni informar a presidência do PL que está de saída do partido, o Novo reforçou o convite feito para a filiação da parlamentar, articulado desde o fim do ano passado. A reaproximação ocorre após a bolsonarista ter sido preterida pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, para ser um dos nomes da legenda na disputa pelo Senado. O Novo já faz parte da chapa de reeleição do governador do estado, Jorginho Mello (PL), com a indicação do prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), para a vaga de vice, e está disposto a também ter Carol como candidata à Casa Legislativa. Lula defende instituir mandato para ministros do STF: 'Nada a ver com 8 de janeiro' Em ato falho: Lula confunde Dilma com ex-freira do PT — Pelo Novo, a candidatura da Carol ao Senado é inegociável. O Brasil precisa de senadores com independência, preparo técnico e coragem para cumprir o papel constitucional do Senado, e a Carol reúne todas essas condições — afirmou Eduardo Ribeiro, que comanda o diretório nacional do partido. Caso a filiação de Carol se concretize, Jorginho terá o ex-vereador pelo Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL) e o senador Espiridião Amin (PP) como postulantes ao Senado na sua chapa majoritária, além de uma terceira candidata aliada na disputa para a mesma vaga. O "palanque triplo" tende a beneficiar diretamente o Novo, que ocupará dois espaços no núcleo mais próximo ao governador, hipótese descrita como inviável há duas semanas, após a indicação de Adriano Silva como vice. À época, interlocutores tinham expectativa de que a escolha do candidato do Novo afastasse Espiridião Amin da chapa majoritária e o aproximasse da candidatura do prefeito de Joinville, João Rodrigues (PSD). O deslocamento deixaria espaço para que Carol concorresse ao Senado ainda pelo PL, junto a Carlos. A expectativa, no entanto, foi frustrada nesta semana, quando o presidente do PL, Valdemar, comunicou a deputada na terça-feira que manteria Amin na composição em função de um acordo firmado com o PP, comandado nacionalmente pelo senador Ciro Nogueira (PI). No dia seguinte, eles conversaram novamente e a parlamentar informou a ele sua decisão de deixar o partido. Procurada pelo GLOBO, a equipe de Carol disse que a deputada ainda não decidiu a qual sigla se filiará para disputar o Senado, mas relatou que recebeu convites de seis partidos: Novo, PRD, Avante, Podemos, MDB e PSD.

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