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  "publishedAt": "2026-06-13T11:33:00.000Z",
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  "textContent": "Quando o Brasil entrar em campo neste sábado (13) contra o Marrocos, na estreia da Copa do Mundo de 2026, Carlos Roberto da Silva Rosa terá um motivo a mais para acompanhar a partida. Dono da Floricultura Marrocos, na Avenida Mato Grosso em Campo Grande, ele escolheu o nome do comércio há 44 anos, depois de se encantar com a seleção africana no Mundial de 1982.  A homenagem começou antes mesmo de a empresa se consolidar. Carlos conta que assistiu aos jogos daquele ano, gostou da história da equipe marroquina e decidiu que, quando tivesse o próprio negócio, usaria o nome Marrocos.  “Até hoje o pessoal fala: ‘Ah, você é marroquino?’. Eu sempre explico que não. Foi porque eu assisti à Copa. Era um time pequeno, humilde, achei bonito e pensei: quando abrir minha empresa, vou colocar o nome de Marrocos”, relembra.  O tempo passou, a floricultura cresceu e o nome virou parte da trajetória do empresário. Segundo ele, a escolha trouxe sorte, reconhecimento e marcou a vida profissional da família. “Só tenho gratidão. Tudo que eu tenho foi ganhado ali”, resume.  Agora, mais de quatro décadas depois, Brasil e Marrocos estarão frente a frente em jogo oficial. Carlos admite que a torcida terá um pouco de diplomacia, daquelas que nem o VAR resolve.    “Eu vou torcer para o Brasil, porque eu sou brasileiro, mas também vou torcer para o Marrocos. Vou ficar no meio, porque tenho gratidão pelo nome Marrocos. A empresa tem 44 anos e graças a Deus deu certo”, comenta.  Apesar da ligação afetiva com a seleção que inspirou o nome da floricultura, ele garante que o coração brasileiro fala mais alto. Ainda assim, não promete fechar a cara caso o adversário balance a rede. “Vou torcer para o Brasil, mas se o Marrocos fizer um golzinho lá também, seja bem-vindo”, brinca.",
  "title": "Dono da Floricultura Marrocos torce pelo Brasil, mas sem desprezar a inspiração"
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