{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreias7b5ocsxxxv5wloavtju36kvscylr3ahfmahibvkurvbxdr4r5m",
    "uri": "at://did:plc:gw5xy35tnsdabdwfmqr4lcc7/app.bsky.feed.post/3mkjmrqnsx7f2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreiamgwa4xvkopzd7wqsytl22ckinfpntxt3awmj5qhbsmkeaphitii"
    },
    "mimeType": "image/png",
    "size": 1026674
  },
  "path": "/economia/banco-central-aponta-r-10-5-bilhoes-esquecidos-em-contas-inativas",
  "publishedAt": "2026-04-28T02:03:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "O BC (Banco Central do Brasil) informou nesta segunda-feira (27) que R$ 10,55 bilhões seguem esquecidos em instituições financeiras do país. O montante inclui valores de pessoas físicas e empresas que não resgataram recursos mantidos em bancos, consórcios e outras instituições. O balanço considera dados atualizados até fevereiro deste ano.  Do total, R$ 8,15 bilhões pertencem a cerca de 47 milhões de pessoas físicas. Outros R$ 2,4 bilhões estão vinculados a 5,06 milhões de empresas. O BC já devolveu R$ 14,14 bilhões desde a criação do sistema de consulta.  O prazo oficial para saque terminou em 16 de outubro de 2024. O Ministério da Fazenda informou, no entanto, que não há limite para resgatar os valores. O governo também afirmou que não iniciou processo para recolher os recursos.  A consulta ocorre apenas no site oficial do sistema Valores a Receber. O acesso exige conta gov.br com nível prata ou ouro e verificação em duas etapas. O usuário deve informar uma chave Pix para receber o dinheiro.  Quem não possui chave cadastrada precisa procurar a instituição financeira para definir outra forma de pagamento. Também pode criar uma chave e retornar ao sistema para solicitar o resgate. No caso de pessoas falecidas, o pedido cabe a herdeiros, inventariantes ou representantes legais.  Desde maio do ano passado, o BC permite habilitar solicitação automática de resgate. O serviço vale apenas para pessoas físicas com chave Pix vinculada ao CPF. O crédito ocorre diretamente na conta indicada, sem aviso prévio.  Instituições que não aderiram ao sistema continuam com pedido manual. A regra também se aplica a contas conjuntas. O BC orienta usuários a não compartilhar dados pessoais fora do ambiente oficial para evitar golpes.  Em fevereiro, o órgão reforçou a segurança do sistema com dupla verificação obrigatória. O acesso exige código gerado no aplicativo gov.br, além de CPF e senha. A medida busca reduzir fraudes e proteger os usuários.",
  "title": "Banco Central aponta R$ 10,5 bilhões esquecidos em contas inativas"
}