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  "publishedAt": "2026-04-10T11:50:00.000Z",
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  "textContent": "Elas ajudam a emagrecer entre 15% e 25%. A diferença de 10% e até mais, pode ser contada pelo sexo, idade e genética. O êxito dos novos fármacos - como Ozempic, Wegovy e Mounjaro - não é homogêneo. Um estudo amplo sobre a eficácia deles acaba de ser publicado na revista científica Nature. Há um par de genes que modulam não só a perda de peso como o risco de efeitos secundários.        Vômitos e náuseas.   É possível que não te contaram, mas a muitas pessoas que sofrem com efeitos secundários administrando algum dos redutores de peso. Há aqueles que tem vômitos e náuseas. Indivíduos que conseguem grande êxito ao longo do tempo, ao deixar de administrar um desses medicamentos e outros que volta a engordar rapidamente. Como explicar que algumas pessoas conseguem obter 30% de perda de peso e alguns engordem, ao invés de emagrecerem? São essas variáveis que estão estudando agora.        Pessoas sem diabetes 2.   Não há dúvida, as mulheres e os jovens respondem melhor a esses tratamentos. Também as pessoas que não tem diabetes tipo 2 tendem a perder mais peso que aquelas que padecem dessa enfermidade. E, para completar, os de ascendência europeia tem melhores resultados.        Genoma de 27.000 pessoas.   Boa parte das respostas a tão grandes diferenças parecem estar nos genes. Quem tem uma variante do gene receptor GLP-1 obterão uma maior perda de peso. Há uma segunda variante que se encontra no gene receptor GIP e ela está associada com maior risco de náuseas e vômitos. Com esses estudos, esperam dar um salto na medicina de precisão. De acordo com o perfil genético de cada pessoa, esperam conhecer a melhor dosagem, o tempo que necessita administrar os medicamentos e qual deles é o ideal. O estudo foi muito amplo: 27.000 pessoas que administram uma das canetas emagrecedoras. Não dá para duvidar.",
  "title": "Canetas emagrecedoras: melhores resultados em mulheres e jovens"
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