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"publishedAt": "2026-04-07T19:46:00.000Z",
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"textContent": "Única empresa local na disputa pela Lotesul, a Dodmax Tecnologia S/A quer ficar com 69% da arrecadação para operar a loteria estadual. A estimativa é que a modalidade de aposta gere receita anual de mais de R$ 51 milhões. Após a reprovação de três concorrentes nas provas técnicas, a licitante de origem sul-mato-grossense deu lance na tarde desta terça-feira (7) no pregão eletrônico conduzido pelo Governo de Mato Grosso do Sul. A promessa é repassar 31% do que for arrecadado com os jogos para os cofres estaduais. A concorrência pública foi suspensa temporariamente e a Dodmax será convocada para a chamada PoC (Prova de Conceito), momento de demonstrar se tem domínio técnico para assumir a loteria, em publicação futura no Diário Oficial do Estado. Participantes – Já fora desclassificadas na disputa: a LottoPro Jogos de Apostas e Gestão de Lotéricas Ltda. (que já atua no setor nos estados do Paraná, Maranhão, Paraíba, Tocantins, Rio de Janeiro e Mato Grosso); a Prohards Comércio, Desenvolvimento e Serviços em Tecnologia da Informação Ltda. (que pertence à família Baungartner, tradicional no mercado de jogos no Brasil); e a Idea Maker Meios de Pagamento e Consultoria Ltda. (empresa de São Paulo, desenvolvedora de aplicativo para apostas que já opera em Mato Grosso do Sul). A Dodmax foi fundada em 2024 pelo advogado, empresário e pecuarista Mauro Luiz Barbosa Dodero e funciona em endereço na Avenida Hiroshima, no Carandá Bosque, onde também está instalado escritório de advocacia que leva o sobrenome dele. Com capital social de R$ 80 mil, a empresa é especializada em desenvolvimento de sistemas para computador, conforme descrito no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Dodero é dono ou sócio de outras empresas no Estado, nas áreas de locação de veículos e organização de eventos, por exemplo. O empresário também pertence à diretoria da Acrissul (Associação de Criadores de Mato Grosso do Sul). Longa disputa – A administração estadual reabriu a concorrência pública da Lotesul, em dezembro do ano passado. O edital é de R$ 51.474.339,31, valor correspondente à receita anual projetada para a operação do serviço. O repasse mínimo previsto é de 14,33%. O vencedor será responsável por plataforma que vai concentrar e validar todas as operações de venda, identificação, pagamentos de prêmios, pagamento de outorga variável e tributos da loteria estadual. A licitação que escolherá a operadora da Lotesul não tem prazo para terminar. Vence quem oferecer o maior repasse e conseguir comprovar a capacidade técnica. O maior lance dado até agora foi o da LottoPro, que prometeu repassar ao Estado 43,36% da arrecadação. As empresas reprovadas nos exames práticos poderão ingressar com recursos após a fase de habilitação dos participantes, que inclui o envio formal das propostas e os testes das plataformas criadas para a operacionalização da loteria. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .",
"title": "Empresa com digital de MS quer quase 70% da receita para operar Lotesul"
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