{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreie6gaef4wauocqa3wu3drwigu4a4mkvrzy2btoujtw2nbjp6m77fe",
    "uri": "at://did:plc:gw5xy35tnsdabdwfmqr4lcc7/app.bsky.feed.post/3miud6cmeki32"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreia4bke3ais75i75k7mtp5aqlbh3nx2q3dnu7znqvaguawlamtwwoa"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 181257
  },
  "path": "/direto-das-ruas/candidatos-fazem-abaixo-assinado-e-pedem-reaplicacao-de-prova-apos-falta-de-luz",
  "publishedAt": "2026-04-06T21:45:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "Candidatos ao cargo de analista do concurso da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul) iniciaram, nesta segunda-feira (6), um  abaixo-assinado  pedindo a reaplicação da prova realizada no período vespertino do dia 29 de março. O documento reúne, até o momento, 28 assinaturas e será encaminhado à FFC (Fundação Carlos Chagas), banca organizadora.  Segundo os candidatos, a aplicação do exame foi prejudicada por falta de energia no IFMS (Instituto Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, após a queima de um alternador. Com isso, parte da prova teria sido feita no escuro, com uso de lanternas, o que, conforme o grupo, comprometeu a isonomia do processo.  No texto do abaixo-assinado, os candidatos afirmam que “muitos realizaram grande parte do exame no escuro, utilizando lanternas”, e defendem que a situação comprometeu “significativamente as condições adequadas e isonômicas de realização da prova”. Diante disso, pedem a reaplicação, especialmente para quem foi diretamente afetado.  A advogada Talita Souza, de 30 anos, uma das responsáveis pela mobilização, afirma que a iniciativa busca dar visibilidade ao problema e reforçar denúncias já encaminhadas ao MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul).  “Eu resolvi fazer porque a Assembleia Legislativa só mandou a gente entrar em contato com a FCC, que eles não eram responsáveis pela aplicação da prova. A FCC disponibilizou o recurso quanto à aplicação da prova, mas até agora nada de resposta. A gente tem o intuito de anexar em uma das diversas denúncias feitas ao MP”, disse a advogada.  Talita afirma ainda que se sente \"péssima\", porque se preparou para o momento. \"Eu fiz duas provas no dia, não almocei para no início da prova o alternador estourar, eles não dão nenhuma explicação, depois eu volto do banheiro mandam a gente pausar a prova e depois uma senhora vem e diz que simplesmente ligaram para a sede da FCC em São Paulo e orientaram que retomassemos a prova e que seria restituído o tempo ao final\".  A advogada relata ainda que faltando uma hora para encerrar a prova, um rapaz chegou com uma luz pequena de led para que os candidatos pudessem enxergar e terminar o exame. \"Eles tem que reaplicar para gente, fomos muito prejudicados, ainda mais pessoas como eu que usam óculos”, desabafa.  Talita relata ainda que os candidatos procuraram a FCC, responsável pela organização do concurso, por vários dias e que foram abertos recursos quanto à aplicação da prova, mas os candidatos foram informados de que uma resposta deve ser apresentada apenas no fim de abril ou início de maio.  Os candidatos também afirmam que buscaram a Alems pelas redes sociais, mas foram orientados a tratar diretamente com a banca organizadora. Já o Ministério Público teria indicado o registro formal de denúncias.  A reportagem entrou em contato com a Fundação Carlos Chagas e com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, mas, até a publicação, não obteve retorno. O espaço segue aberto para manifestação.",
  "title": "Candidatos fazem abaixo-assinado e pedem reaplicação de prova após falta de luz"
}