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  "publishedAt": "2026-03-27T15:13:00.000Z",
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  "textContent": "A 3ª edição do Programa Centelha foi lançada nesta sexta-feira em Campo Grande, com a meta de alcançar pelo menos 1.000 inscrições nesta nova edição. O objetivo é aumentar o volume de recursos destinados ao Estado nas próximas fases do programa, ampliando o apoio a ideias inovadoras que podem virar negócios.  Em MS, o programa é executado pela Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) e pela Semadesc (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação do Mato Grosso do Sul) e busca transformar projetos embrionários em empreendimentos estruturados, oferecendo não só recursos financeiros, mas também mentorias e suporte técnico.  Atualmente, cada proposta aprovada pode receber cerca de R$ 86 mil em subvenção, além de R$ 50 mil em bolsas. Esse valor pode crescer nas próximas edições, dependendo do volume de projetos inscritos agora.   O diretor-presidente da Fundect, Cristiano Marcelo Espínola Carvalho, disse que o número de inscrições é determinante para ampliar o aporte federal nas próximas edições. Nas duas primeiras etapas do programa, o Estado somou cerca de 800 projetos, sendo que 100 foram aprovados para repasse.   O programa oferece uma rede de apoio que inclui mentorias, aconselhamento e suporte de instituições parceiras. O objetivo é reduzir o risco de quem está começando e aumentar as chances de sucesso no mercado.  Para o diretor-superintendente do Sebrae em MS, Cláudio Mendonça, o Centelha funciona como uma porta de entrada para quem tem uma ideia, mas não sabe por onde começar. Ele também alertou sobre o uso correto dos recursos. “Parece bastante dinheiro, mas se você não aplicar direitinho, você acaba não conseguindo ter o resultado do seu produto testado”, afirmou.   O programa também oferece acesso ao chamado Living Lab, com mentorias e especialistas que ajudam o empreendedor a entender o mercado, validar o produto e definir estratégias.     Quem viveu isso na prática foi o engenheiro agrônomo Tiago Calves Nunes, de Aquidauana. Ele participou da segunda edição do Centelha e hoje colhe os resultados com a empresa Plantabio.  Na época, Tiago ainda atuava como pesquisador e pensava em seguir carreira acadêmica. Ele conta que teve dificuldade logo no início, principalmente por ter que adaptar a linguagem científica para um formato mais direto e objetivo. O edital exigia textos curtos, bem diferentes dos projetos acadêmicos tradicionais.  O projeto resultou na criação de um bioinsumo. “A Plantabio tem um bioinsumo à base de um fungo chamado Trichoderma, com características para as nossas regiões de altas temperaturas”, explicou.  Segundo ele, o produto tem impacto direto na produção agrícola. “Tem produtores aí relatando na casa de 10 a 12 sacas a mais depois que você aplica isso pensando em soja”, disse. Atualmente, o produto está em processo de registro e já vem sendo testado por produtores e empresas.",
  "title": "Com até R$ 136 mil por projeto de inovação, programa quer atingir mil inscrições"
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