{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreiak7jt67salopeeedpa74zogv52uwqlb7szhg2nqf7dkseqjeq4s4",
    "uri": "at://did:plc:gw5xy35tnsdabdwfmqr4lcc7/app.bsky.feed.post/3mhggazvlqmn2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreib4exnc7lms224jlslaeqfpgwk23nhl7qyerlfghbdmgse34lemuu"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 68983
  },
  "path": "/economia/equilibrio-fiscal-vira-palavra-de-ordem-em-reuniao-de-riedel-com-equipe-da-sefaz",
  "publishedAt": "2026-03-19T14:51:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "Com o calendário de planejamento praticamente fechado, o Governo de Mato Grosso do Sul concluiu nesta quinta-feira (19) a rodada de contratos de gestão para 2026. Coube à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) encerrar o ciclo, apresentando um pacote de metas que coloca no centro da estratégia três palavras-chave: equilíbrio fiscal, eficiência e modernização.  Na prática, o recado é direto: manter as contas em ordem para abrir espaço a investimentos. O desafio não é novo, mas ganha contornos mais rígidos diante de um cenário de maior pressão sobre receitas e despesas públicas.  Ao assinar o contrato, o governador Eduardo Riedel reforçou a lógica que vem pautando a gestão: planejamento com metas claras e acompanhamento permanente. Já o secretário estadual de Fazenda, Flávio César, destacou que a atuação da pasta passa por um papel transversal — ou seja, impacta todas as áreas do governo.  “Nosso papel é garantir o equilíbrio fiscal e dar suporte às demais secretarias. É isso que sustenta os investimentos e a qualidade dos serviços públicos”, afirmou.   O que está em jogo   Entre as principais propostas apresentadas pela Sefaz estão:    Aperto no controle de gastos, com maior rigor na qualificação das despesas públicas    Modernização da arrecadação, com uso de tecnologia e revisão de processos internos    Eficiência orçamentária, buscando melhor distribuição dos recursos    Sustentação da saúde financeira do Estado, condição considerada essencial para novos investimentos    A aposta é que, ao melhorar a gestão interna da máquina pública, o Estado consiga não apenas equilibrar as contas, mas também ampliar sua capacidade de investimento em áreas como infraestrutura, saúde e educação.   Da meta ao resultado   Com a assinatura do contrato da Sefaz, o governo fecha um pacote de 36 acordos de gestão envolvendo secretarias, autarquias e fundações. Agora, começa a fase considerada mais sensível: tirar os projetos do papel.  Segundo o secretário-executivo de Gestão Estratégica e Municipalismo, Thaner Castro Nogueira, o modelo entra em uma etapa de monitoramento contínuo, com avaliações ao longo do ano.   O cronograma já está definido:     Maio: primeira rodada de avaliação com secretários    Segundo semestre: reunião geral de acompanhamento com o governador    Fim de 2026: balanço final dos resultados    “O modelo está consolidado. Cada secretaria define suas entregas e, a partir de agora, o foco é execução e resultado para a população”, explicou.   Mais do que números   Embora o discurso oficial destaque equilíbrio fiscal e governança, o pano de fundo é político e estratégico: manter Mato Grosso do Sul com capacidade de investimento em um ambiente de restrições orçamentárias crescentes.  Na prática, o sucesso do contrato da Sefaz será medido menos pelo ajuste das planilhas e mais pelo impacto concreto na vida do cidadão — seja na entrega de obras, na melhoria de serviços ou na ampliação de políticas públicas.  Ao fechar o ciclo de contratos, o governo sinaliza que 2026 será um ano de cobrança por resultados. E, no centro dessa equação, está a velha máxima da gestão pública: sem caixa organizado, não há entrega que se sustente.",
  "title": "Equilíbrio fiscal vira palavra de ordem em reunião de Riedel com equipe da Sefaz"
}