{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreifnckvcbfewoir3g5q7jglhuyng4xnaq33vhebqouuowcgp3mj6t4",
    "uri": "at://did:plc:gw5xy35tnsdabdwfmqr4lcc7/app.bsky.feed.post/3mgabmvdjijr2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreid5pq5qvomzbxxibn7gxcrfc6oqgjiib3av6czkpbul6m4gk2viqm"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 3362032
  },
  "path": "/miaunews/sabia-dessa-oleo-essencial-que-voce-usa-pode-envenenar-seu-gato",
  "publishedAt": "2026-03-04T10:43:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "Essa com certeza você não sabia! Manter a casa cheirosa usando óleos essenciais nos difusores de ar pode ser gostoso, mas o ato \"bobo\" pode representar um risco silencioso para quem tem gato e até intoxicar ele. O aroma agradável que promete relaxamento e bem-estar para os humanos pode ter efeito completamente diferente no organismo dos felinos.  A médica veterinária Isadora Faria explica que os mais perigosos são: melaleuca, eucalipto, hortelã-pimenta, lavanda, citronela, canela, cravo e os cítricos como laranja e limão. Justamente os aromas mais procurados. Ela pontua que a intoxicação pode acontecer de diferentes formas e nem sempre de maneira evidente.  “As formas do gato se intoxicar variam bastante. Pode ser por lamber a superfície que contém o óleo, pelos difusores de aromas, como os umidificadores, e também quando o produto é passado no animal por via tópica”, afirma.  Ou seja, não é necessário que o gato ingira diretamente o óleo essencial para sofrer consequências. A simples presença do difusor liberando partículas no ambiente já pode ser suficiente, principalmente em locais fechados e pouco ventilados.  “Os óleos essenciais têm compostos como fenóis e terpenos e os gatos não metabolizam essas substâncias. Elas se acumulam no organismo e esse acúmulo causa toxicidade, principalmente no fígado e no sistema nervoso”, explica.  Com o acúmulo dessas substâncias no organismo, os sinais clínicos podem surgir de forma gradual ou até repentina. Entre os sintomas observados estão salivação excessiva, vômito, tremores, apatia, dificuldade respiratória e alterações hepáticas. Em situações mais graves, o quadro pode evoluir para convulsões.  Além da inalação, existe ainda o risco mais sutil. As partículas liberadas no ar podem se depositar no pelo do animal e, durante a higiene natural, o gato acaba ingerindo o produto sem que o tutor perceba.  A ideia de que produtos naturais são sempre seguros também contribui para a falta de informação. No caso dos felinos, o que determina o risco não é a origem natural do óleo, mas a incapacidade do organismo de processar. Resumindo: Para gatos, nenhum óleo essencial é considerado totalmente seguro.   Por isso, a orientação é redobrar a atenção. Em casas com gatos, o uso de difusores deve ser evitado ou, no mínimo, feito com ventilação adequada e possibilidade de o animal se afastar do ambiente aromatizado.",
  "title": "Sabia dessa? Óleo essencial que você usa pode envenenar seu gato"
}