{
  "$type": "site.standard.document",
  "bskyPostRef": {
    "cid": "bafyreigmytetwlrafhsojmq6bdnehstgwws6x3aj55n43yjuec24tplkde",
    "uri": "at://did:plc:gw5xy35tnsdabdwfmqr4lcc7/app.bsky.feed.post/3mfk2p5h57cy2"
  },
  "coverImage": {
    "$type": "blob",
    "ref": {
      "$link": "bafkreiddwpa6indvqztkjdsineuqhz7pgiwl52rpeidfar7ryh3o334dry"
    },
    "mimeType": "image/jpeg",
    "size": 68533
  },
  "path": "/economia/com-1-2-milhao-de-inadimplentes-em-ms-aprenda-como-sair-da-estatistica",
  "publishedAt": "2026-02-23T15:15:00.000Z",
  "site": "https://www.campograndenews.com.br",
  "textContent": "Em um cenário em que o custo de vida pressiona o orçamento das famílias e qualquer imprevisto pode desestabilizar as contas, a organização e o planejamento passaram a ser questão de sobrevivência financeira.   Mato Grosso do Sul tem atualmente 1.266.599 inadimplentes , que acumulam 5.758.631 dívidas. O valor total devido chega a R$ 9.923.624.588. Em média, cada consumidor negativado deve R$ 7.834,86, enquanto o valor médio por dívida é de R$ 1.723,26.  Diante desse contexto, a Serasa orienta os consumidores sobre como manter as finanças sob controle e evitar que o nome entre na lista de devedores.  A principal orientação é buscar previsibilidade. Saber quanto se ganha, quanto se gasta e quando cada conta vence é o primeiro passo. Ter uma reserva de emergência, mesmo que pequena, também é apontada como fundamental. Essas são as dicas do especialista em Educação Financeira da Serasa, Giovani Inocente.    “A dica é que tenha uma reserva, mesmo que pequena. Todo valor guardado é muito positivo, cada vez mais eu consigo ter menor impacto. A gente percebe que o consumidor tem deixado de lado as contas básicas, isso é uma preocupação. Além da reserva, o principal é ter conhecimento e previsibilidade das contas”, disse em entrevista ao  Campo Grande News .  Ele reconhece que a recomendação tradicional de poupar uma parcela significativa da renda nem sempre é viável. “O indicado normalmente pelos especialistas é guardar 30%, mas a gente sabe que não é a realidade.”  Segundo ele, o desemprego e a falta de renda continuam sendo os principais fatores que levam à inadimplência.   “O principal fator é o desemprego e a falta de renda, então, a gente vê que isso ainda é preocupante”, completou.  As dívidas estão concentradas principalmente no sistema financeiro. Bancos e cartões de crédito lideram, com 27,66% dos débitos, seguidos pelas financeiras, com 18,47%. As contas básicas, como água, luz e gás, representam 15,68%, um dado que preocupa por envolver serviços essenciais.  Também aparecem serviços (14,77%), varejo (9,72%), telecomunicações (4,60%), securitizadoras (3,25%) e cooperativas (3,24%).   Perfil –  O perfil dos inadimplentes no estado mostra leve predominância masculina, com 52,3%, enquanto as mulheres representam 47,7%.  A faixa etária mais afetada é a de 41 a 60 anos, que concentra 35,3% dos casos, seguida por pessoas entre 26 e 40 anos, com 33,7%. Consumidores com mais de 60 anos correspondem a 19,8%, e jovens de até 25 anos somam 11,2%.   Em Mato Grosso do Sul, o gasto médio mensal é de R$ 3.330, colocando o estado na 14ª posição no ranking nacional da Serasa. As despesas com supermercado chegam a R$ 970, acima da média nacional de R$ 930. As contas fixas e recorrentes somam R$ 610, também superiores à média do país. O transporte consome R$ 360 mensais.  Por outro lado, a moradia tem média de R$ 900, abaixo dos R$ 1.100 registrados nacionalmente. Já os gastos com saúde e atividade física, chegam a R$ 280. Lazer fica em R$ 340, igual à média nacional, e compras em geral somam R$ 380.  Receba as principais notícias do Estado pelo Whats.  Clique aqui para acessar o  canal do   Campo Grande News   e siga nossas   redes sociais  .",
  "title": "Com 1,2 milhão de inadimplentes em MS, aprenda como sair da estatística"
}