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Cacau dispara em Nova York após preocupações com a safra na África

Globo Rural | O agro de ponta a ponta [Unofficial] June 22, 2026
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O cacau abriu o primeiro pregão na bolsa de Nova York com preços em forte alta devido a um quadro adverso para as lavouras na principal região produtora do mundo. Os contratos da amêndoa para setembro subiram 9,06%, a US$ 4.621 a tonelada. Ao citar informações da Reuters, o site Mercado do Cacau destaca que há preocupação com as chuvas acima da média na Costa do Marfim, líder na produção mundial da amêndoa. O receio é de que essas condições impactem negativamente a safra intermediária, com incidência de doenças nos cacaueiros e ainda queda na qualidade dos grãos colhidos. Açúcar O açúcar fechou a sessão com preços em queda, a despeito do recuo da produção no Centro-Sul do Brasil. Os lotes do demerara para outubro recuaram 2,05%, a 13,84 centavos de dólar a libra-peso. O açúcar se desvalorizou mesmo com menor oferta do Brasil, maior exportador mundial da commodity. Na segunda quinzena de maio, a fabricação do adoçante caiu 25,62% na comparação anual, para 2,20 milhões de toneladas. Suco de laranja Após duas altas consecutivas, o preço do suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ, na sigla em inglês) caiu na bolsa de Nova York. Os contratos para setembro caíram 2,38%, a US$ 1,5560 a libra-peso. Café O café fechou a sessão na bolsa de Nova York com preços em leve baixa. Os lotes do arábica para setembro recuaram 0,30%, a US$ 2,67 a libra-peso. Algodão O algodão fechou com preços em leve queda na bolsa de Nova York. Os lotes com vencimento em dezembro, os mais negociados atualmente, caíram 0,33%, a 79,41 centavos de dólar a libra-peso.

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