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Mais de 200 árvores cítricas são erradicadas para conter foco de greening no RS

Globo Rural | O agro de ponta a ponta [Unofficial] June 18, 2026
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A força-tarefa mobilizada após a confirmação do primeiro foco de greening no Rio Grande do Sul já vistoriou 522 imóveis e erradicou 201 árvores cítricas em Palmitinho, no norte do Estado, onde foi identificada a doença em 8 de junho. As informações foram divulgadas pela Secretaria da Agricultura do Rio Grande do Sul (Seapi). Os trabalhos de fiscalização e erradicação no raio de 500 metros ao redor do foco já foram concluídos, enquanto as ações na área de monitoramento de 2,4 quilômetros estão em fase final. A próxima etapa prevê a possível ampliação da vigilância para municípios vizinhos, com o objetivo de identificar precocemente eventuais ocorrências. As ações seguem as diretrizes do Programa Nacional de Prevenção e Controle do Huanglongbing (PNCHLB). O principal alvo é o psilídeo Diaphorina citri, inseto responsável pela transmissão da bactéria associada ao greening. Segundo o diretor do Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Seapi, Ricardo Felicetti, a grande quantidade de plantas cítricas encontradas em pátios de residências em áreas urbanas levou à ampliação das ações de vigilância. “Optamos por ampliar o monitoramento na área urbana e, nas próximas semanas, faremos novas prospecções na área rural”, afirmou durante reunião da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa gaúcha. Considerado uma das principais ameaças à citricultura mundial, o greening não tem cura. A doença compromete a produtividade, reduz a qualidade dos frutos e pode levar à morte das plantas. Por isso, a rápida identificação e eliminação dos focos são consideradas medidas essenciais para proteger os pomares. Initial plugin text

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