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  "textContent": "\nO Brasil terá um número recorde de empresas participantes na Sial 2026 em Xangai na China, maior feira de alimentos e bebidas da Ásia e uma das maiores do mundo. Ao todo, 82 companhias exportadoras brasileiras desses setores estarão no evento que começa nesta segunda-feira (18/5). A expectativa é prospectar negócios de US$ 3,3 bilhões. O ministro da Agricultura, André de Paula, também estará na exposição, em sua primeira missão internacional desde que assumiu a pasta, no início do mês passado. Depois, seguirá para Pequim, capital do país, para reuniões com representantes do governo chinês para negociações de aberturas de mercado e tentativas de obter melhorias na relação comercial, como a flexibilização da cota de importação de carne bovina. A Sial China é um evento estratégico para promover os produtos brasileiros não só para os importadores chineses, mas para diversos clientes de toda a Ásia. A feira, realizada no Shanghai New International Expo Center, ocupa uma área de cerca 220 mil metros quadrados e conta com mais de cinco mil expositores de 75 países. As empresas brasileiras estarão distribuídas em cinco pavilhões na Sial Xangai 2026. O maior estande é o da carne bovina, organizado pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), com a participação de 25 frigoríficos, número 20% maior que o do ano passado. O Brazilian Beef, projeto de promoção comercial criado pela Abiec, contará com um estande de mais de 1,2 mil metros quadrados. Na edição anterior, foram fechados US$ 265,2 milhões em negócios durante a feira, com expectativa de US$ 2,24 bilhões em negócios ao longo dos 12 meses seguintes. Participam desta edição os frigoríficos Astra, Barra Mansa, Beauvallet, Better Beef, Boi Brasil, BoiBras Foods, Cooperfrigu, Frialto, Frigoestrela, Frigol, Frigon, Frigosul, Iguatemi Foods, Intertrans, JBS, Masterboi, Mercúrio, Minerva Foods, Naturafrig, Plena, Prima Foods, Ramax Grupo, Rio Maria, RXM e Supremo. A ampliação do número de empresas acompanha a demanda do mercado chinês e a necessidade de atender diferentes canais, como varejo e food service, disse a Abiec. Durante a feira, a equipe do restaurante brasileiro Barbacoa vai preparar cortes bovinos brasileiros, com apresentações voltadas ao público profissional. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) coordenará dois pavilhões na feira e participará de ações com a Abiec, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Também haverá um pavilhão exclusivo para o Programa Cooperar para Exportar, de internacionalização de cooperativas da agricultura familiar. Nesta edição, vão participar 10 cooperativas de diversas regiões do país, que levarão ao mercado chinês produtos como cafés especiais, açaí, castanhas, mel, vinhos, polpas de frutas e alimentos da biodiversidade brasileira. “A China é um parceiro estratégico para o Brasil e esta missão representa mais um passo importante na diversificação e agregação de valor das exportações brasileiras. Estamos ampliando a presença de empresas brasileiras no mercado chinês, fortalecendo setores tradicionais e abrindo espaço para cooperativas, agricultura familiar e produtos de maior valor agregado. O número recorde de empresas na Sial demonstra a confiança do setor produtivo brasileiro no potencial desse mercado”, afirmou o presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller. A China é o principal destino das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, os chineses importaram mais de US$ 55,3 bilhões em produtos agropecuários do Brasil, o equivalente a 32,7% do total enviado ao exterior pelo setor. Entre 2019 e 2025, foram abertos 25 mercados para produtos brasileiros no país asiático, incluindo do complexo soja, proteínas animais, gergelim, farinha de aves e suínos, DDG (grãos secos de destilaria, usados em alimentação animal) de milho, entre outros. *O jornalista viaja a convite da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes)",
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