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  "textContent": "\nA Agrishow se consolidou, ao longo dos anos, como um dos principais espaços de decisão do agronegócio brasileiro. Em meio a máquinas, tecnologias e demonstrações de campo, o produtor não vai apenas para ver inovação, mas também para resolver o que vem pela frente. Planejar a próxima safra, entender o cenário e, principalmente, buscar crédito para viabilizar a produção são parte central dessa jornada. O Sicredi reforça sua atuação apostando em um modelo que combina volume de crédito com personalização no atendimento. A lógica não é apenas financiar, mas acompanhar o produtor ao longo de todo o ciclo da safra, com soluções que dialogam diretamente com a realidade de cada operação. “O modelo dos negócios do Sicredi é muito pautado pela proximidade. Então, a feira é sempre uma oportunidade para entender ou calibrar a temperatura do setor, mesmo acompanhado isso no dia a dia. Temos uma expectativa de falar sobre tecnologia, mas sobretudo discutir as necessidades reais dos produtores”, afirma Vitor Moraes, superintendente do agronegócio do Sicredi. Na prática, essa presença se traduz em números relevantes. Na safra 2025/2026, até o momento mais recente, a instituição já liberou R$ 52,8 bilhões em crédito para o agro, com crescimento superior a 16% em relação ao ciclo anterior. Mais do que o volume, chama atenção a distribuição desses recursos: cerca de 70% das operações são destinadas a pequenos e médios produtores, o que evidencia um direcionamento claro para a base do setor. Esse apoio não se limita a linhas tradicionais de financiamento. O Sicredi chega à feira com um portfólio amplo, que inclui crédito, consórcios, seguros e soluções voltadas à proteção de preço, refletindo uma demanda crescente por instrumentos que ajudem o cliente a lidar com um ambiente mais instável. Vitor Hugo de Moraes, superintendente de agronegócio do Sicredi Divulgação “Chegamos com várias possibilidades para atender a necessidade do produtor. Temos desde linhas de BNDES disponíveis, assim como todo o nosso leque de serviços, como consórcios e seguros - além de soluções de proteção de preço, que existem desde o final do ano passado e estamos trazendo mais intensamente agora”, explica Moraes. Com insumos mais caros e margens pressionadas, tanto pequenos quanto médios negócios têm sido obrigados a rever estratégias e aprofundar o planejamento. A tomada de decisão passa a exigir mais critério e previsibilidade. “Existem desafios comuns para o médio e para o pequeno produtor, como o custo dos insumos mais altos. Isso exige cada vez mais uma análise criteriosa, uma conversa maior sobre eficiência e planejamento”, afirma Moraes. Desta forma, o crédito deixa de ser apenas um meio de viabilizar a produção e passa a ser parte da estratégia do negócio - e a abordagem consultiva ganha espaço justamente por permitir que cada operação seja analisada de forma individual, considerando riscos, oportunidades e capacidade de retorno. “Não trabalhamos só com uma prateleira de produtos. Oferecemos uma conversa de negócio, mais consultiva, para entender como esses investimentos e tecnologias podem trazer mais eficiência e produtividade”, diz Moraes. A preocupação não está apenas em garantir a safra, mas em assegurar o resultado financeiro do cliente, o que envolve desde a escolha das linhas de crédito até o uso de instrumentos de proteção. Esse olhar mais amplo se reflete em uma atuação que cobre toda a jornada do campo, do custeio à comercialização, com ênfase crescente em planejamento financeiro e proteção de resultados. Sicredi atua em 80% de todas as operações do programa Pró-trator no estado de São Paulo Divulgação Soluções como seguros e instrumentos de gestão de preço ganham protagonismo em tempos de maior volatilidade, assim como investimentos em tecnologia voltada à eficiência e sustentabilidade. “Oferecemos cada vez mais um olhar 360º para o produtor. Temos soluções que vão do custeio à comercialização, mas com foco em planejamento financeiro e produtos de proteção, como seguros e investimentos em tecnologia”, afirma. Outro ponto que ganha relevância, especialmente em um ambiente de juros mais elevados, é a diversificação das fontes de crédito. Programas como o Pró-trator aparecem como alternativas importantes para ampliar o acesso a recursos com condições mais competitivas. “O Pró-trator é um exemplo importante. Em um cenário de juros mais altos, ter acesso a fontes mais baratas é muito relevante. E o programa entra justamente como uma alternativa para o produtor acessar crédito em melhores condições”, explica Moraes. Com presença nacional e forte capilaridade, o Sicredi transforma essa atuação em um modelo que combina escala com proximidade. Na Agrishow 2026, isso se traduz em algo que vai além da geração imediata de negócios. A feira se torna um espaço de escuta, relacionamento e construção de estratégia, em que crédito, planejamento e realidade do campo se encontram de forma direta.",
  "title": "Crédito, proximidade e planejamento: como o Sicredi fortalece a relação com o produtor rural"
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