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  "textContent": "\nEnquanto a colheita da safra 2025/26 de arroz se encaminha para o final, a Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) já vislumbra um cenário de dificuldades para o próximo ciclo. O Estado responde por cerca de 70% da produção nacional do cereal. Segundo o presidente da Federarroz, Denis Dias Nunes, a tendência é de manutenção ou até mesmo redução na área de plantio na safra 2026/27. A projeção é influenciada por fatores como o aumento do endividamento dos produtores e os baixos preços pagos pelo grão. O preço da saca de 50 quilos estava cotado a R$ 63,06 nesta segunda-feira (20/4), segundo o indicador Cepea/Esalq. Há um ano, o valor era de R$ 76,30. “Apesar de uma recente recuperação nos valores, muitos agricultores têm optado por reter a produção à espera de melhores cotações”, afirma o dirigente. De acordo com ele, no início da safra houve forte volume de exportações, garantindo entrada de recursos sem necessidade de venda imediata do arroz recém-colhido. Um dos principais pontos de atenção é a indefinição sobre os custos de produção, agravada pelo conflito entre Estados Unidos e Irã. \"Diante de tudo isso, a próxima safra é ainda uma incógnita, o que exige cautela e acompanhamento atento do mercado ao longo dos próximos meses\", resume Nunes. Conforme o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), na semana passada a colheita do cereal no Rio Grande do Sul alcançava 79,3%. A área total semeada na safra 2025/26 é calculada em 891,9 mil hectares no RS, o que representa uma queda de 8% em relação ao ciclo anterior. Initial plugin text",
  "title": "Área de arroz deve ser mantida ou mesmo cair na safra 2026/27 no RS"
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